DA REDAÇÃO
O candidato pelo PDT ao governo do Estado, senador Pedro Taques (PDT), foi o alvo preferido de Lúdio, Riva, Muvuca e José Cavalcante, em debate rebate realizado em uma emissora de TV de Cuiabá, nesta segunda-feira (25).
Por estar à frente das pesquisas eleitorais, Taques foi bombardeado pelos adversários com o intuito de desestabilizá-lo emocionalmente e sair do sério.
Em uma das acusações, o candidato do PHS, José Marcondes Muvuca, disse que Taques é financiado pelo agronegócio, por isso, estaria com projetos voltados para o setor só para beneficiar os grandes e não os pequenos produtores. Muvuca sugeriu que Pedro Taques seria uma espécie de candidato 'Laranja' de empresários como Eraí Maggi (PP)
Muvuca também acusou o ex-procurador de ter em sua coligação o ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, acusado de várias irregularidades no órgão. Taques se defendeu dizendo que Muvuca tem fixação por Pagot e que ele mesmo faça uma representação criminal contra o ex-chefe do Dnit.
Já o deputado José Riva, candidato do PSD ao governo, também atacou Taques dizendo que o pedetista não colocou em sua prestação de contas na época que foi candidato ao Senado as horas de voo que teria usado na campanha.
Também citou o coordenador geral da Campanha de Taques, Otaviano Pivetta, de ter envolvimento no Caso Cooperlucas e o pedetista ter deixado a investigação ser prescrita para que não houvesse investigação.
Taques reagiu dizendo que houve uma espécie de orquestração dos candidatos contra ele e negou qualquer irregularidade na campanha de 2010. Ele ressaltou que em 2010, as viagens foram feitas com o candidato ao governo Mauro Mendes (PSB), que hoje é prefeito da Capital. O senador também negou qualquer irregularidade no caso Cooperlucas.
NO ATAQUE
Taques também atacou o candidato do governo, Lúdio Cabral (PT), a quem fez questão de associar a desastrada gestão de Silval Barbosa (PMDB) a uma possível continuidade de Lúdio no governo.
O pedetista também questionou os gastos na Assembleia Legislativa, sob o comando de José Riva (PSD) e disse que vai cortar o duodécimo na AL, já que pra ele esses recursos devem ser destinados para outros setores, como a Saúde.
Riva respondeu dizendo que um deputado consome apenas um terço do que um senador custa para os cofres públicos.
















