FERNANDA LEITE 11h00
DA REDAÇÃO
Se depender do presidente da Agecopa, Eder Moraes, o vereador Júlio Pinheiro (PTB) não ouvirá mais criticas pelos seus 15 dias como prefeito. Segundo Eder os ataques a Pinheiro começaram porque sempre que tem a oportunidade, o vereador o ataca na mídia.
"Para toda ação há uma reação . As críticas que fiz ao Júlio só foi uma questão de defesa, ele vive criticando minha gestão na Agecopa e, por isso, eu sempre mando resposta. Se ele quer paz , ele então que pare de falar em mim", criticou Eder.
Sobres as acusações de fraude em pagamento de precatórios, Eder disse que desconhece o assunto que Pinheiro ameaça a revelar a imprensa. "Não tenho nada haver com pagamento de precatório. Houve pagamento quando atuei como secretário de Fazenda mas tudo como rege a lei em que 1,5% da arrecadação do Estado eram destinados a pagamento de precatórios, para que não houvesse um sequestro no fundo do Estado", explicou Moraes.
O presidente da Agecopa disse acreditar que as insinuações de Pinheiro sejam relativas aos precatórios citados por ele. "Acredito que seja estes pagamentos que realizei quando geri a Sefaz", concluiu.
Neste ano, Mato Grosso irá pagar R$ 200 milhões de precatórios obrigatoriamente. Através de lei, o Governo Federal determinou que todos os estados brasileiros paguem 1,5% das receitas corrente líquidas. O pagamento dos precatórios obedece a uma série de regras: cronologia de pagamentos, pareces da auditoria e procuradoria gerais do Estado, e, em alguns casos, anuência prévia do Tribunal de Contas.
Na semana passada, em entrevista ao RepórterMT, Júlio Pinheiro ameaçou revelar segredos de Éder Moraes com relação a tais pagamentos de precatórios, caso continue provocando o vereador.
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