Fábio Barros/TVCA

As investigações da Polícia Civil apontaram que a morte da criança ocorreu de forma acidental.
KARINE ARRUDA
DO REPÓRTERMT
A Polícia Civil de Mato Grosso vai indiciar o padrasto da menina de 10 anos que morreu após ser atingida por um disparo de espingarda na cabeça, no dia 15 de outubro, dentro de casa, no bairro Jardim Araguaia, em Sinop (a 500 km de Cuiabá), Norte de Mato Grosso. O homem, de 43 anos, responderá por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
Além do padrasto, o irmão da vítima, de 15 anos, também será responsabilizado, conforme a legislação aplicável a adolescentes.
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Segundo a Polícia Civil, o inquérito está em fase final de conclusão e deverá ser encaminhado ao Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). As investigações apontaram que a morte da criança ocorreu de forma acidental.
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O caso
A menina morreu após ser atingida por um disparo de espingarda dentro de casa, em Sinop. Conforme a versão apresentada pelo irmão à Polícia Civil, os dois brincavam de guerra de travesseiros quando a arma caiu no chão e disparou, atingindo a cabeça da criança.
Conforme noticiado anteriormente pelo
, as primeiras informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros apontaram que a menina já estava sem vida quando a equipe chegou ao local. O disparo atingiu a região do cérebro.
No momento do ocorrido, outros familiares também estavam na casa. O padrasto, a mãe e os outros dois irmãos da criança não se feriram.
Após o acidente, o padrasto foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo, mas acabou liberado após pagar fiança de R$ 15 mil.
No boletim de ocorrência, ele teria informado que a espingarda pertencia a um irmão, que se mudou para o Maranhão e deixou a arma na residência. O homem também afirmou que o armamento seria retirado por uma pessoa para quem o irmão teria vendido a espingarda.
Ainda segundo o registro, o padrasto declarou que não sabia que a arma estava municiada e afirmou que não havia manuseado o armamento.


















