VANESSA MORENO
DO REPÓRTERMT
Luiz Carlos Soares Germinado e Diego Sodré Dias morreram em confronto com equipes da Rotam e Força Tática da Polícia Militar, nessa sexta-feira (19), em Peixoto de Azevedo (a 692 km de Cuiabá), em Mato Grosso. Segundo a PM, os dois eram apontados como autores do homicídio de Jhonata Gabriel dos Santos Silva, de 18 anos, morto horas antes no bairro Jerusalém.
O confronto ocorreu durante a Operação Território Livre III. Conforme o boletim da Polícia Militar, após o assassinato de Jhonata, equipes receberam informações de que dois criminosos em uma Yamaha Factor preta haviam efetuado os disparos contra a vítima e fugido do local.
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Durante as buscas, a PM recebeu informações anônimas e dados da Agência Regional de Inteligência indicando que eles estariam escondidos em uma área de mata. As equipes da Rotam e Força Tática foram até o local indicado.
Segundo a polícia, durante a aproximação dos militares, os dois atiraram contra as equipes. A PM informou que os policiais reagiram para interromper a agressão, e houve confronto.
Após os disparos, Luiz Carlos e Diego foram encontrados feridos e socorridos ao Hospital Regional de Peixoto de Azevedo. Apesar do atendimento médico, os dois não resistiram aos ferimentos e tiveram as mortes confirmadas pela equipe de plantão.
No local do confronto, os policiais apreenderam duas armas de fogo que estariam em posse dos bandidos: um revólver calibre .38, com cinco munições, sendo uma deflagrada, e uma garrucha calibre .22, com oito munições intactas.
Antes do confronto, Jhonata foi morto com disparos de arma de fogo dentro de uma residência na Rua Pedro Álvares Cabral, no bairro Jerusalém. A Polícia Militar foi acionada após moradores relatarem tiros no imóvel.
A vítima foi encontrada caída na área da casa, já sem sinais vitais. A moradora do local contou aos policiais que estava dormindo e só soube do crime após ser chamada por uma vizinha. Segundo ela, Jhonata morava no endereço havia cerca de um mês, de favor, e era natural do Pará.
Ainda conforme o relato registrado pela PM, a moradora afirmou que Jhonata teria ligação com uma facção criminosa, mas disse não saber se ele vinha sofrendo ameaças.
A Polícia Judiciária Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para investigação do caso.















