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Cuiabá, 18 de Julho de 2024
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17 de Outubro de 2017, 10h:29 - A | A

POLÍCIA / VIROU NOTÍCIA

Dono de site é preso acusado de extorquir candidato a prefeito em MT

O candidato Leonardo Bortolin afirma que o empresário fazia ameaças e exigia o pagamento de R$ 10 mil, além de quatro pneus novos para sua caminhonete para que não publicasse matérias que poderiam denigrir sua imagem politicamente.

CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO



A Polícia Judiciária Civil (PJC) prendeu em flagrante João Paulo Rezende, de 39 anos, proprietário do site Virou Notícias, acusado de extorquir o candidato a prefeito de Primavera do Leste (240 km de Cuiabá), Leonardo Bortolin (PMDB). O caso foi registrado na tarde de segunda-feira (16).

“Ele disse que recebia informações a meu respeito de um grupo de políticos, mas eu sei que se tratam de informações mentirosas. Eu quero fazer uma campanha limpa e espero que isso não aconteça mais”, disse o candidato.

No momento da prisão, o acusado já havia recebido R$ 3 mil e tentava receber mais R$ 7 mil do candidato, que denunciou o caso às autoridades policiais e foi orientado a prosseguir com as negociações, para que os policiais preparassem o flagrante.

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Ao , Leonardo falou que há aproximadamente uma semana foi procurado por João Paulo, que fazia ameaças e exigia o pagamento de R$ 10 mil, além de quatro pneus novos para sua caminhonete, para que não publicasse matérias que poderiam denegrir a imagem do candidato.

“Ele disse que recebia informações a meu respeito de um grupo de políticos, mas eu sei que se tratam de informações mentirosas. Eu quero fazer uma campanha limpa e espero que isso não aconteça mais”, disse o candidato.

João Paulo, que não é registrado no Ministério do Trabalho como Jornalista, recebeu voz de prisão no momento em que ele contava as notas de dinheiro.

O acusado foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e aguarda audiência de custódia.

A delegada responsável pelo caso, Anamaria Machado disse à imprensa local que vai tentar obter do acusado mais informações sobre o esquema e identificar quem estava lhe repassando as informações, qual o grupo político que contratou seus serviços para denegrir Leonardo Bortolin e se há mais participantes no caso. 

A delegada disse que o crime de extorsão pode gerar até 10 anos de prisão.

Álbum de fotos

Repórter MT/Divulgação

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