GUSTAVO CASTRO
DO REPÓRTERMT
O prefeito de Poconé, Dr. Jonas (Podemos) negou, nessa sexta-feira (29), ter relação com facções e repudiou suspeitas levantadas no âmbito das operações Tolueno e Diobélia, deflagradas pela Polícia Federal na cidade. As investigações apuram indícios de compra de votos e de possível financiamento irregular de campanha em um esquema ligado a organizações criminosas.
Em postagem no Instagram, Jonas afirmou que jamais manteve vínculo, direto ou indireto, com facções. Ele também destacou que sua trajetória pessoal e política sempre foi pautada por princípios "democráticos, legais e religiosos".
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“Repudio veementemente qualquer tipo de associação com facções criminosas, bem como qualquer prática que vá contra os princípios democráticos, legais, morais e religiosos que sempre pautaram minha trajetória. Nunca solicitei ou autorizei qualquer apoio ilícito durante o processo eleitoral”, disse o prefeito.
A Operação Diobélia tem como alvo principal o ex-prefeito Clóvis Damião Martins, que foi coordenador da campanha de Jonas nas eleições de 2024. Nessa frente, a PF investiga a suspeita de compra de votos. Já a Operação Tolueno apura se houve financiamento irregular da candidatura por meio de uma organização criminosa.
Foram cumpridas ordens de busca e apreensão para coletar provas que possam contribuir com as investigações. O prefeito afirmou que está à disposição das autoridades e confia que os fatos serão devidamente esclarecidos.
“Tenho convicção de que a verdade prevalecerá. A tentativa de vincular meu nome a atividades criminosas é injusta e não condiz com minha conduta pessoal ou pública. Reitero meu compromisso com a legalidade, com as instituições e com o povo de Poconé”, reforçou.