JOÃO AGUIAR
APARECIDO CARMO
O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que o partido não vai aprovar o Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como “PL da Fake News” e “PL da Censura”, do jeito que está. Para ele, o projeto é importante, mas o poder dado ao Executivo com a aprovação da lei “não é política de estado”.
Em conversa com jornalistas nessa quarta-feira (03), Wellington esclareceu que o partido não vai aprovar o projeto do jeito que o texto está escrito no momento. “Nós sabemos que precisa ter controle. Agora, não podemos dar também um poder ao Executivo que é temporário, porque isso não é política de Estado, é fazer com que o Executivo possa fazer censura”, afirmou.
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“Não podemos deixar a coisa frouxa, solta, mas também não podemos aprovar um projeto, inclusive assoberbado”, completou.
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O projeto deveria ter sido votado nessa terça-feira (02) na Câmara dos Deputados, mas a votação foi adiada após pedido do relator da proposta, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), aliado de Lula. Os governistas não conseguiram o apoio necessário para a aprovação e o relator pediu mais tempo para alterar o parecer.
Um dos pedidos do próprio PL, partido de Fagundes, é a retirada da ‘agência’ que faz a censura. Porém, mesmo com a retirada desse ponto do projeto, o assunto ainda deve ser discutido no partido. “Olha, nós temos que discutir muito. Um processo desse, de tal envergadura, que envolve, não só a relação com os brasileiros, mas envolve a nação mundial”, explicou.
O parlamentar afirmou novamente que, do jeito que o projeto está, ele não será aprovado pelo partido, mas salientou que o Projeto de Lei é importante. “A posição do PL é questão fechada. Nós votaremos contra o projeto que aí está, não à censura. Agora, claro, queremos regras de que cada um tenha a responsabilização daquilo que está falando ou fazendo”, concluiu.















Valdineia 04/05/2023
Eu acredito que isso entra como saúde pública, até porque a internet está sendo a maior arma para suicídio, pessoas agem sem dó e piedade sem se preocupar com saúde mental do próximo, a internet não pode ser terra de ninguém, onde quem tem o poder nas mãos usam a internet com má fé, confundindo pessoas que vem sofrendo por várias dificuldades, de convívio social pelo fato de não respeitar o próximo.
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