DO REPÓRTERMT
Os casos de diarreia e gastroenterite dispararam nos últimos dias e já aparecem como o diagnóstico clínico mais frequente nas unidades de urgência e emergência de Cuiabá.
Dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostram que, entre os dias 25 e 28 de setembro, 156 pacientes foram diagnosticados com diarreia e gastroenterite de origem infecciosa presumível, enquadradas no CID A09. O número representa 5,8% dos diagnósticos clínicos analisados no período.
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Os quadros, popularmente chamados de “virose”, podem ter diferentes causas, incluindo infecções virais ou bacterianas e consumo de água ou alimentos contaminados. Por isso, a recomendação é redobrar os cuidados com alimentação, higiene e hidratação.
Segundo a Secretaria de Saúde, uma das principais medidas de prevenção é ficar atento à procedência e conservação dos alimentos, principalmente daqueles que precisam permanecer refrigerados. Comida mantida por muito tempo fora da geladeira pode favorecer a proliferação de microrganismos.
Também é necessário cuidado com a água consumida. A ingestão de água sem tratamento adequado pode facilitar a transmissão de agentes responsáveis por infecções gastrointestinais.
Para quem já apresenta diarreia, a hidratação é fundamental, já que a perda de líquidos pode provocar desidratação. A orientação é aumentar o consumo de líquidos e dar preferência a alimentos leves.
Sede intensa, fraqueza, mal-estar, náusea, tontura e dor de cabeça estão entre os sinais que merecem atenção. Quadros mais graves, especialmente quando acompanhados de desidratação intensa, desmaio ou alteração do estado geral, exigem avaliação médica.
Bebês, crianças pequenas, gestantes, idosos e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção especial por serem mais vulneráveis às complicações provocadas pela perda de líquidos.
No levantamento da rede municipal, depois de diarreia e gastroenterite, os diagnósticos clínicos mais frequentes foram dor não especificada, com 138 pacientes (5,2%); dor lombar baixa, com 91 (3,4%); dor abdominal e pélvica, com 90 (3,4%); e dor aguda, com 87 (3,3%).














