Cuiabá, 21 de Setembro de 2026
XX°C
RepórterMT - Notícias de Mato Grosso e Cuiabá Hoje
21 de Setembro de 2026

08 de Fevereiro de 2021, 15h:00 - A | A

PODERES / MÁFIA DA LICITAÇÃO

TJ nega recurso de empresário para anular Operação Rêmora

Ação investiga um esquema de fraudes em licitação de obras montado na Secretaria de Estado de Educação, na gestão do Pedro Taques, em 2016.

Reprodução

Terceira Câmara Criminal negou o embargo movido pela defesa.

Terceira Câmara Criminal negou o embargo movido pela defesa.

MAJU SOUZA
DA REDAÇÃO



A Terceira Câmara Criminal negou, por unanimidade, um recurso movido pela defesa do empresário Joel de Barros Fagundes Filho, o qual tentava anular uma fase processual da Operação Rêmora. O recurso foi julgado no dia 3 de fevereiro, pelos desembargadores Gilberto Giraldeli, Rondon Bassil Dower Filho, e Juvenal Pereira da Silva.
Ação investiga um esquema de fraudes em licitação de obras montado na Secretaria de Estado de Educação, na gestão do Pedro Taques, em 2016.
O advogado Ulisses Rabaneda questionou o voto do desembargador Juvenal, referente a um habeas corpus. Entretanto, o relator desembargador Gilberto Giraldelli apontou em seu voto que “não foi evidenciada qualquer contradição a ser remediada, mas mera pretensão de provocar a rediscussão da causa, fim para o qual não se prestam os aclaratórios”.
Os demais colegas seguiram o relator.
O argumento da defesa era de que pela lei 119/2002, o Gaeco, responsável pelas investigações, só pode agir isoladamente em um caso até o oferecimento da denúncia.

Depois de a denúncia ser acatada pelo magistrado, os membros do grupo só poderiam atuar no processo em conjunto com o promotor designado para a Vara, o que não ocorreu, segundo a defesa.

>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!

Rêmora
A Operação Rêmora investigou um esquema de superfaturamento e vantagem indevida em de obras da Educação. O empresário Giovanni Guizardi era responsável por recolher o dinheiro da propina.
O ex-secretário Permínio Pinto fechou um acordo de delação premiada no qual denunciou todos os envolvidos, entre funcionários do Governo e empresários.

Comente esta notícia