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Cuiabá, 15 de Julho de 2024
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22 de Novembro de 2017, 07h:00 - A | A

PODERES / DINHEIRO DO FEX

Taques fala de duodécimo dos poderes somente após reunião com Temer

O governador Pedro Taques quer a garantia dos repasses referentes ao FEX e à Conab para dar um posicionamento em relação ao duodécimo atrasado dos poderes.

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



O governador Pedro Taques (PSDB) só deve se reunir com os chefes dos poderes após viagem a Brasília, nesta quarta-feira (22), onde tratará com o presidente Michel Temer (PMDB) dos recursos do Fundo de Exportação (FEX) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

“Enquanto não tiver dinheiro, não tenho como me reunir com os chefes dos poderes. Vamos tentar os recursos em Brasília para depois conversar com eles”, comentou o governador Pedro Taques.

Segundo Taques, apenas com a garantia de que os recursos, na ordem de R$ 400 milhões do FEX e R$ 110 milhões da Conab, serão repassados ao Estado é que o governador poderá dar um posicionamento em relação ao duodécimo atrasado dos poderes.

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“Enquanto não tiver dinheiro, não tenho como me reunir com os chefes dos poderes. Vamos tentar os recursos em Brasília para depois conversar com eles”, comentou o governador.

A liberação do FEX está sendo discutida no Congresso Nacional, que aguarda uma edição na Medida Provisória (MP) do Governo Temer, em relação ao regime de urgência, para que haja uma resolução rápida. Taques acredita que a urgência da MP deve ser encaminhada pelo Palácio do Planalto ainda nesta terça-feira (21).

“Hoje será dada urgência para que o FEX seja votado e Mato Grosso possa receber o que é de direito. Precisamos desses valores, tanto o Estado quanto os municípios, que estão com dificuldade de caixa”, disse o chefe do Executivo.

O gestor descartou a necessidade de “pressão” por parte dos governadores a Temer, para que os recursos sejam repassados. “Vamos pedir. Não cabe a governador fazer pressão”.

Em relação ao atraso no duodécimo dos poderes, o Executivo já acumula dívida de R$ 300 milhões, em relação aos meses de agosto, setembro e outubro. No fim do mês passado, Taques repassou emergencialmente valores suficientes apenas para que os poderes quitassem a folha de pagamento.

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), alertou na semana passada que a dívida com o Legislativo alcança R$ 60 milhões e que pagamentos com fornecedores estão atrasados.

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