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O governador Pedro Taques vai conversar com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Avalone, para decidir sobre a permanência do gestor no cargo.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) vai se reunir na tarde desta sexta-feira (15) com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Avalone, e o presidente estadual do PSDB, Nilson Leitão, para decidir a permanência do gestor no cargo.
“Não mancha absolutamente, porque ele não era secretário e não tem nada a ver com o nosso Governo. Ele vai se defender se pagou cheque ou não pagou cheque do pai. Mas ainda vamos conversar hoje e vou decidir se permanece no cargo”, disse o governador.
Taques adiantou, no entanto, que Avalone não era secretário de Governo quando as ações delatadas pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) foram supostamente praticadas. Avalone foi alvo da Operação Malebolge, na quinta-feira (14) e teve a casa e gabinete na Sedec vasculhados pela Polícia Federal.
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“Não mancha absolutamente, porque ele não era secretário e não tem nada a ver com o nosso Governo. Ele vai se defender se pagou cheque ou não pagou cheque do pai. Mas ainda vamos conversar hoje e vou decidir se permanece no cargo”, disse o governador.
O secretário foi acusado de lavagem de dinheiro e organização criminosa pelo Ministério Público Federal. Ele é dono da empresa Três Irmãos Engenharia, junto com os irmãos Marcelo e Carlos Eduardo Avalone que também foram acusados.
Segundo a delação de Silval, Avalone teria emitido cheques de propinas usados para comprar o silêncio de Éder Moraes, que teria recebido R$ 6 milhões para mudar declarações prestadas ao Ministério Público no âmbito da Operação Ararath, em 2014.
Conforme delação de Silval, a construtora de Carlos Avalone fazia medições nas obras realizadas por ele mesmo ligadas ao Programa MT Integrado. As medições eram encaminhadas como faturas a serem pagas pela Petrobras, que devia ICMS ao governo de Mato Grosso. O valor da propina era calculado tanto pelo “Programa Petrobrás” quanto pelo “MT Integrado”, disse Silval.
Parte do dinheiro, ainda serviu para pagar contas do ex-governador.
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Gilston 15/09/2017
Pois é... mais um secretário de Taques preso por roubo se ajunta lá com Perminio. Não justifica se foi no passado, o que justifica é que é secretário hoje. Ai, o governo enche o peito e fala que atual gestão não tem nenhum secretário investigado ou preso por roubo. São mais de 500 anos de prisão para perminio Pinto. veja http://www.oindependente.com.br/Noticias/Poderes/Mp-pede-condenacao-de-ex-secretario-servidores-e-empresario-em-mais-500-anos-de-prisao/
1 comentários