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Segundo o governador Pedro Taques, política não se faz com “patifaria”, lembrando que foi contra o VLT no início e que agora se empenha para resolver o problema deixado pela gestão anterior.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) criticou nesta quinta-feira (1º) a postura adotada por parlamentares e opositores da retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Ele também ponderou que o parecer dos Ministérios Públicos Federal e Estadual não são contrários à continuidade das obras e que acatará as mudanças sugeridas pelos órgãos, em relação ao acordo firmado com o Consórcio VLT.
Segundo Taques, política não se faz com “patifaria”, lembrando que foi contra o VLT no início e que agora se empenha para resolver o problema deixado pela gestão anterior.
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“O que está existindo em Mato Grosso é o seguinte: aqueles que fizeram a patifaria do VLT, no passado, hoje, são contrários ao VLT. Parece uma brincadeira, isso. Tem pai do VLT, tem irmã do VLT, contrário ao VLT, hoje. Se eu fosse um governador irresponsável eu pegaria os vagões do VLT e jogaria na cabeça de algumas pessoas, mas eu não posso fazer isso. Eu tenho que resolver os problemas sem jogar o lixo para baixo do tapete”, declarou Taques, referindo-se, sem dizer nomes, ao ex-deputado José Riva e a filha, atual deputada estadual, Janaina Riva (PMDB).
"Tem pai do VLT, tem irmã do VLT, contrário ao VLT, hoje. Se eu fosse um governador irresponsável eu pegaria os vagões do VLT e jogaria na cabeça de algumas pessoas, mas eu não posso fazer isso. Eu tenho que resolver os problemas sem jogar o lixo para baixo do tapete", declarou Taques.
Na quarta-feira (31), os MPs emitiram parecer contrário ao acordo firmado entre o Governo Estado e Consórcio VLT para a retomada da obra. Conforme o contrato, o Estado terá de pagar mais R$ 922 milhões para a conclusão do modal em 24 meses.
Os órgãos de controle também apontaram medidas a serem adotadas para que o Estado possa retomar as obras.
“Quero expressar meu total respeito ao Ministério Público Estadual e Federal, mas todo o nosso relatório foi encaminhado ao Ministério Público justamente para eles fazerem essas críticas. Veja a diferença entre a administração passada e a nossa. Aliás, quando iniciamos nossos estudos sobre o VLT, foram acompanhados pelo MPE. Fiz várias reuniões com o promotor de Justiça, para tratar sobre o VLT. Tudo foi encaminhado ao Ministério Público e, ao final, enviamos a eles para que tomassem conhecimento sobre o assunto e fizessem suas críticas”, afirmou.
Apesar de dizer que deve adotar as sugestões dos MPs, o governador comentou que em alguns pontos, os valores apresentados pelos órgãos são semelhantes aos firmados no acordo com o consórcio.
"Não li o relatório, porque ele foi apresentado ontem. A nossa equipe está analisando isso, para que me mostre e aí falaremos à imprensa. No mesmo relatório do MP, há documentos que indicam que o Ministério Público Estadual fez referência a valores exatamente iguais aos nossos”, pontuou.
Porém, ao contrário do que vinha sendo apresentado pelo secretário de Cidades, Wilson Santos (PSDB), Taques não confirmou a retomada das obras ainda para este mês.














Davi 01/06/2017
Cada sindicato e associação de servidores públicos deveria ingressar com ações judiciais suspendendo os concursos em andamento, como o de delegado, do sistema prisional, da seduc, entre outros. Pois o governador cria despesas e depois repassa o custo para os servidores de carreira. Apesar do chefe do Executivo possuir discricionariedade para a aplicação de recursos públicos, não pode optar em contratar mais servidores dentro de uma alegada crise, que ele mesmo vive a propagar que existe no estado e deixar de cumprir a lei, como a RGA, prevista na CF e em legislação estadual
Adário 01/06/2017
Desde que assumiu o governador Pedro Taques tem dado o calote na Revisão Geral Anual ou quitado parcialmente, os dados do SEFAZ demonstram excesso de arrecadação, o governador tornou sigilosos os dados de exportação para eximir sonegadores do agronegócio da malha fina do TCE, e mesmo assim os repasses da saúde não foram feitos este ano, nenhum. A verdade é que o governador quer OITOCENTOS MILHÕES para retomar o VLT com o mesmo consórcio acusado de desvios da ordem de TREZENTOS MILHÕES, inclusive retirou o Wilson Santos (homem do rodoanel - também homem de confiança de Pedro Taques) da secretaria para retornar à assembleia para modificar o relatório do VLT e conseguir isso. Não importa de onde ele vai tirar dinheiro pra colocar nessa empresa corrupta, ao invés de abrir nova licitação. Mas faça vc mesmo o seu julgamento.
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