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01 de Julho de 2018, 14h:38 - A | A

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Selma diz que Bolsonaro proibiu coligação com chapa de Wellington

Nacionalmente, o PSL articula uma chapa com o PR; A ideia é ter Bolsonaro como candidato à presidência com o senador Magno Malta (PR) como seu vice.

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Presença de partidos de esquerda no arco do PR inviabiliza aliança com juíza aposentada.

Presença de partidos de esquerda no arco do PR inviabiliza aliança com juíza aposentada.

MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO



A juíza aposentada e pré-candidata ao Senado Selma Rosane Arruda (PSL) afirmou que não existe a possibilidade de estar no palanque do Partido da República (PR), que tem o senador Wellignton Fagundes (PR) como pré-candidato ao Governo. A “proibição”, diz ela, foi feita pelo deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSL), pré-candidato à presidência da República.

“Essas aproximações nacionais não obrigam as aproximações estaduais. O PR em Mato Grosso está coligado com partidos de esquerda que o deputado Jair Bolsonaro negou que seja feita aliança”, disse Selma.

Nacionalmente, o PSL articula uma chapa com o PR. A ideia é ter Bolsonaro como candidato a presidente com o senador Magno Malta (PR) como seu vice.

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“Essas aproximações nacionais não obrigam as aproximações estaduais. O PR em Mato Grosso está coligado com partidos de esquerda que o deputado Jair Bolsonaro negou que seja feita aliança”, disse ao .

Entre os partidos que impediriam a presença de Selma e do PSL na chapa do PR estariam o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PC do B). “É uma coligação apenas nacional, e nos Estados há liberdade para coligar, ou não. E nesse caso, há uma proibição”, explicou.

Selma afirmou que existe uma “conversa bastante avançada” com o Partido Social Cristão (PSC), que articula lançar o empresário Reinaldo Moraes, dono da Suinobras, como candidato ao Governo do Estado. Moraes é visto pelo grupo como um “novo Blairo Maggi”, por vir do setor empresarial ligado ao agronegócio.

O PSC faz parte do grupo de partidos chamado de “frentinha”, que tem o senador José Medeiros (Podemos) em busca de sua reeleição. O arco de alianças com Moraes, Medeiros e Selma englobaria Podemos, PRP, DC (ex-PSDC), Avante, PROS, PHS, PMN e PSC, representando uma “alternativa à direita” para as eleições deste ano.

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