DA REDAÇÃO
A Procuradoria da Assembleia Legislativa (AL) entrou com um mandado de segurança junto ao Pleno doTribunal de Justiça (TJ) para tentar anular a decisão do desembargador José Zuquim, que impede a Assembleia Legislativa de votar pela soltura do deputado Mauro Savi (DEM), preso na quarta-feira (09), durante a Operação Bônus.
O mandado protocolado na sexta-feira (11), foi distribuído para o desembargador Juvenal Pereira, que vai responder como relator.
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O deputado é acusado de liderar esquema de desvio de dinheiro público, por meio de contrato entre a EIG Mercados e o Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran).
Prevendo a ‘manobra’ da Assembleia Legislativa, devido ao parecer da Casa, favorável à votação sobre a manutenção da prisão do deputado, o desembargador, que determinou as prisões de Savi e outros cinco investigados, determinou ao Governo do Estado, que mesmo que os deputados aprovassem a soltura, o Sistema Penitenciário está proibido de liberar o parlamentar da prisão.
No documento o desembargador reforçou que o secretario de Justiça e Direitos Humanos, Fausto de Freitas, e o diretor do Centro de Custódia da Capital, Ewerton Gonçalves têm determinação para não soltar Savi, mesmo que ocorra a decisão favorável na Assembleia.
"Sob pena de responderem por obstrução de justiça, desobediência e ato de improbidade administrativa", escreveu o magistrado.
A justificativa do desembargador é de que os deputados estaduais não têm as mesmas prerrogativas de deputados federais e senadores, que só podem ser presos em flagrante por crime inafiançável e com aprovação de seus colegas.
Líder do esquema
Mauro Savi teria recebido propina de R$ 750 mil para garantir que a empresa vencesse a licitação da autarquia.
Savi foi citado pelos delatores Antonio Barbosa e Silvio Corrêa, irmão e ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, respectivamente, e pelo ex-presidente do Detran, Teodoro Lopes, o Dóia.
De acordo com eles, o deputado teria grande influência política no Detran. Silvio contou ao Ministério Público Federal (MPF) que a indicação de Dóia para chefiar a autarquia, partiu do parlamentar, uma vez que o ex-gestor seria “pessoa de confiança” de Savi.
Já Dóia relatou que teria entregue R$ 1,5 milhão em propina da EIG Mercados, que teria sido dividido entre Silval e Savi, sendo R$ 750 mil para cada um, para que fosse a vencedora do contrato com o Detran.
O ex-presidente do Detran disse ainda que Savi teria lhe dado 400 cabeças de gado, que estavam avaliadas em R$ 400 mil, para que o esquema com a EIG Mercados não fosse atrapalhado.
Antonio Barbosa confirmou, em sua delação, que o pagamento de propina seria comum e que o deputado recebia quantias de valores ilícitos pelo esquema.
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MARCO 14/05/2018
Faltou falar das estradas não concluídas e mal feitas, prova disso é a MT040 de Cuiabá a Santo Antônio de Leverger, além de não termina-la, a mesma já esta tudo esburacadas, alguns lugares, talvez por falta de melhor compactação do solo esta cedendo.
Renan 12/05/2018
Fico me perguntando o porque de tanto empenho da procuradoria dessa baderna chamada ALMT querer soltar um bandido da estirpe desse indivíduo? Será que leva um por fora de cada deputado solto??
Maria 12/05/2018
Senhor articulista recordo que Pedro Taques é cego, porque também não viu e não soube nada do decreto bom pagador para cobrar comissão de quem recebe do estado, perdão divida unimed, aumento de 2 bilhões nos incentivos fiscais, aumento de 3 bilhões em divida, desvio 50 milhões da seduc, queima de 30 toneladas de medicamentos na saúde, desvio de 350 milhões do fundeb, desvio 500 milhões do fethab, falta de aplicação de 25% na educação (100 milhões), grampolandia (contra advérsários para montar dossiê), 1 bilhão do VLT parado na conta bancária, licitação irregular de 200 milhões em pontes, licitação irregular de 11 bilhões no transporte, caixa 2 Alan Malouf, salario por fora de 50 mil mês para os secretários, desvio de 8 milhões na orquestra de MT, 30 milhões fraude no detran, proteção aos amigos e policia para os inimigos, desvio de R$4 milhões do fundo trabalho escravo, desvio de 100 milhões dinheiro dos municípios, atraso de salários, farra das diárias, aumento de 10 mil servidores públicos, aumento de cargos políticos, fraude no protocolo SINFRA e Casa Civil, 1 milhão mês de propina da Consignum na Sad, incompetência na gestão, aprovação de crédito de 100 milhões para o primo Paulo Cesar Taques.... etc
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