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Cuiabá, 30 de Maio de 2026
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12 de Maio de 2018, 07h:45 - A | A

PODERES / PRISÃO DE DEPUTADO

Desembargador prevê 'manobra' e proíbe Estado de soltar Mauro Savi

Diante do parecer favorável da Procuradoria da Assembleia Legislativa de que os deputados podem votar pela manutenção do colega Mauro Savi, desembargador José Zuquim proibiu o Sistema Penitenciário de soltar o parlamentar.

DA REDAÇÃO



Em ofício encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), o desembargador José Zuquim Nogueira deixou claro que mesmo que os parlamentares contrariem sua decisão e votem pela soltura do deputado Mauro Savi (DEM), preso na quarta-feira (09), o Sistema Penitenciário deve manter a prisão por determinação judicial.

Mauro Savi está preso no Centro de Custódia da Capital. Ele foi alvo da Operação Bônus, por ser indicado como líder do esquema de fraudes e dinheiro público, por meio de contrato entre a empresa EIG Mercados e o Detran. A ação, conduzida pelo Gaeco é a segunda fase da Operação Bereré, baseada na delação do ex-presidente da autarquia, Teodoro Lopes, o Doia.

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O comunicado do desembargador, que determinou as prisões do deputado e outros cinco envolvidos, ocorreu após a Procuradoria Geral do Legislativo emitir parecer favorável à realização da votação em plenário.

Ainda na sexta-feira, Eduardo Botelho emitiu nota declarando impedimento para conduzir o possível processo para revogar a prisão de Savi, já que também é citado nos autos.

No documento o desembargador reforçou que o secretario de Justiça e Direitos Humanos, Fausto de Freitas, e o diretor do Centro de Custódia da Capital, Ewerton Gonçalves têm determinação para não soltar Savi, mesmo que ocorra a decisão favorável na Assembleia. 

"Sob pena de responderem por obstrução de justiça, desobediência e ato de improbidade administrativa", escreveu o magistrado.

A justificativa do desembargador é de que os deputados estaduais não têm as mesmas prerrogativas de deputados federais e senadores, que só podem ser presos em flagrante por crime inafiançável e com aprovação de seus colegas.

Líder do esquema

Mauro Savi teria recebido propina de R$ 750 mil para garantir que a empresa vencesse a licitação da autarquia.

Savi foi citado pelos delatores Antonio Barbosa e Silvio Corrêa, irmão e ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, respectivamente, e pelo ex-presidente do Detran, Teodoro Lopes, o Dóia.

De acordo com eles, o deputado teria grande influência política no Detran. Silvio contou ao Ministério Público Federal (MPF) que a indicação de Dóia para chefiar a autarquia, partiu do parlamentar, uma vez que o ex-gestor seria “pessoa de confiança” de Savi.

Já Dóia relatou que teria entregue R$ 1,5 milhão em propina da EIG Mercados, que teria sido dividido entre Silval e Savi, sendo R$ 750 mil para cada um, para que fosse a vencedora do contrato com o Detran.

O ex-presidente do Detran disse ainda que Savi teria lhe dado 400 cabeças de gado, que estavam avaliadas em R$ 400 mil, para que o esquema com a EIG Mercados não fosse atrapalhado.

Antonio Barbosa confirmou, em sua delação, que o pagamento de propina seria comum e que o deputado recebia quantias de valores ilícitos pelo esquema.

Reprodução

oficio zuquim

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Maria 12/05/2018

Senhor articulista recordo que Pedro Taques é cego, porque também não viu e não soube nada do decreto bom pagador para cobrar comissão de quem recebe do estado, perdão divida unimed, aumento de 2 bilhões nos incentivos fiscais, aumento de 3 bilhões em divida, desvio 50 milhões da seduc, queima de 30 toneladas de medicamentos na saúde, desvio de 350 milhões do fundeb, desvio 500 milhões do fethab, falta de aplicação de 25% na educação (100 milhões), grampolandia (contra advérsários para montar dossiê), 1 bilhão do VLT parado na conta bancária, licitação irregular de 200 milhões em pontes, licitação irregular de 11 bilhões no transporte, caixa 2 Alan Malouf, salario por fora de 50 mil mês para os secretários, desvio de 8 milhões na orquestra de MT, 30 milhões fraude no detran, proteção aos amigos e policia para os inimigos, desvio de R$4 milhões do fundo trabalho escravo, desvio de 100 milhões dinheiro dos municípios, atraso de salários, farra das diárias, aumento de 10 mil servidores públicos, aumento de cargos políticos, fraude no protocolo SINFRA e Casa Civil, 1 milhão mês de propina da Consignum na Sad, incompetência na gestão, aprovação de crédito de 100 milhões para o primo Paulo Cesar Taques.... etc.

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