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03 de Maio de 2024, 09h:10 - A | A

PODERES / FORA DO PRAZO

Padeiro diz que não está satisfeito com obras do BRT em Cuiabá e promete notificar consórcio

Secretário Marcelo de Oliveira disse que passado um ano da liberação do empreendimento, construtoras precisam mostrar serviço.

Reprodução

Secretário prometeu "notificação pesada" para empresas do consórcio do BRT.

Secretário prometeu "notificação pesada" para empresas do consórcio do BRT.

APARECIDO CARMO
DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTERMT



O Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Padeiro, disse nessa quinta-feira (02), que não está satisfeito com o andamento das obras do BRT em Cuiabá e que deve enviar uma “notificação pesada” para o consórcio responsável pela obra.

BRT é uma sigla para Bus Rapid Transit, modal escolhido pelo Governo do Estado para substituir o VLT (veículo leve sobre trilhos), que deveria ter sido implantado em Cuiabá e Várzea Grande para a Copa do Mundo de 2014, sediada pelo Brasil.

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“Dizer para você que eu estou satisfeito eu estaria mentindo. Agora, vai sair uma notificação pesada para o Consórcio e eles vão ter que se virar”, disse o secretário em conversa com a imprensa.

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O secretário vai na mesma direção do que havia dito o governador Mauro Mendes (União) na semana passada, quando pontuou a possibilidade de romper os contratos com o Consórcio Construtor BRT Cuiabá, formado pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda.

“Não estão me agradando, o prazo não está me agradando. E nós estamos apertando as empresas para que cumpram o contrato e que entreguem dentro do cronograma pactuado”, disse Mauro na ocasião.

Padeiro explicou que a obra está um ano atrasada em razão das tentativas da Prefeitura de Cuiabá de impedir, na Justiça, o início dos trabalhos na Capital. Somente em abril do ano passado, por decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), as obras puderam ter início na Av. Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA).

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“Eu colocava gente para fazer projeto e o amarelinho (agente da Semob de Cuiabá) ia lá e falava que não podia fazer projeto. Você lembra? Então eu fiquei um ano, um ano segurando o problema dentro da cidade de Cuiabá”, disse.

Agora, passada a fase da briga judicial com as autoridades municipais da Capital, chegou o momento de o Governo do Estado cobrar dos empreiteiros o que foi estabelecido em contrato.

“Tudo que estava programado para ele (o consórcio) nos entregar em um ano, eu estou cobrando agora. Então agora chegou a hora da verdade”, concluiu o secretário.

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Na semana passada, quando falou sobre o assunto, o governador deixou claro que se fosse necessário, rescindiria o contrato. “Nós vamos cumprir o contrato e se a pena for a rescisão, nós vamos rescindir como já fizemos com vários empreiteiros que não cumpriram com o prazo, não cumpriram com qualidade”, disse.

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GSP 05/05/2024

Já vimos essa história acontecer antes kkkk Vão se passar mais de 10 anos e a obra não será entregue os estará parada.

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1 comentários