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Novas operações podem ser deflagradas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
Novas operações de combate à corrupção devem ser deflagradas resultantes de auditorias realizadas pelo Governo do Estado, conforme informações obtidas pelo
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As auditorias foram determinadas no início do Governo Pedro Taques (PSDB), em 2015, que lembrou, na última semana, que grande parte das apurações resultaram nas Operações Seven e Descarrilho, que apontaram esquemas de corrupção durante a administração do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).
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"Não 'amaciei' para o Silval. Durante dois anos fui criticado por só estar fazendo auditorias, mas me orgulho delas, pois comprovaram o roubo do dinheiro público", disse Taques.
"Não 'amaciei' para o Silval. Durante dois anos fui criticado por só estar fazendo auditorias, mas me orgulho delas, pois comprovaram o roubo do dinheiro público. Eu fui criticado e me diziam que eu não devia 'olhar para trás'. Agora são essas pessoas que estão com problemas", disse Taques, em uma coletiva à imprensa.
A Operação Descarrilho, sobre fraudes na contratação da obra do VLT, foi realizada no dia 9 de agosto, pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal. Silval revelou em delação ter cobrado propina de R$ 18 milhões do Consórcio VLT, além de superfaturar contratos para a compra dos vagões.
“Nós fazíamos uma ideia do que acontecia, mas jamais pensei que fosse da maneira que se revelou. Tenho a convicção de que o que sabemos é só a ponta de um iceberg", declarou a juíza Selma Rosane.
O Governo do Estado rompeu o contrato com o consórcio logo após a deflagração da operação.
Já a Operação Seven, sobre fraudes em desapropriação de área rural, foi realizada em setembro de 2016 e resultou na prisão preventiva a ex-agentes públicos.
A operação investigou esquema de fraude e superfaturamento na compra de uma área localizada na região do Lago do Manso, adquirida pelo Governo do Estado, na gestão Silval Barbosa, do médico Filinto Corrêa, também réu na ação, por R$ 7 milhões, em 2014.
Segundo o ex-governador, o ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf, foi quem articulou o processo de compra da área, que possui 727 hectares, para ser incorporada ao Parque Estadual Águas do Cuiabá.
Também são réus na ação, além de Silval e Nadaf, o ex-procurador-geral do Estado, Francisco Lima, o Chico Lima, os ex-secretários Arnaldo Alves (de Planejamento) e Marcel de Cursi (Fazenda), o ex-presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Afonso Dalberto, e empresários.
Para a juíza da 7ª Vara Criminal, Selma Arruda, onde tramitam as ações da Seven, os esquemas de corrupção já revelados são apenas a “ponta de um iceberg”.
“Nós fazíamos uma ideia do que acontecia, mas jamais pensei que fosse da maneira que se revelou. Tenho a convicção de que o que sabemos é só a ponta de um iceberg por mais que a gente fique escandalizada com esses vídeos (flagrante de pagamento de propina a deputados e prefeitos). O que me parece é que, na medida que isso caminhar, e eu espero que caminhe, mais delações vão aparecer e talvez a gente tenha maior noção dessa corrupção sistêmica que está no Brasil e no Mato Grosso”, declarou a magistrada, em entrevista para o jornal O Globo.















Fabio Ferreira 07/09/2017
O governador o senhor esqueceu de fala da operacao da Seduc po onde foi preso um secretario do seu governo e do Nilson Leitao ne o Perminio kkkkkkkkkk
1 comentários