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13 de Agosto de 2019, 09h:30 - A | A

PODERES / FUNDO AMAZÔNIA

No JN, Mauro defende que estados façam negociação direta com bancos

Gestor de mato Grosso argumenta que o melhor caminho seria negociação dos estados com "organismos internacionais" para combater o desmatamento

RepórterMT/Reprodução.

Mauro Mendes defendeu a gestão direta do Fundo da Amazônia.

Mauro Mendes defendeu a gestão direta do Fundo da Amazônia.

KAROLLEN NADESKA
DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) defendeu em rede nacional a descentralização dos estados para negociação direta com bancos e entidades internacionais. Trata-se de doações de recursos provenientes do Fundo Amazônia que, ajudam na preservação e conservação da floresta amazônica.

A declaração de Mendes é parte de uma reportagem exibida no Jornal Nacional, na noite de segunda-feira (12).

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“A gestão ela pode ser feita diretamente pelos estados e foi estabelecido um convênio de organismos internacionais de países. Nós desejando que eles repassem mais e eles desejando que nós preservemos mais”, declarou o governador Mauro Mendes.

Mendes se colocou a favor da medida tomada pelo presidente Bolsonaro (PSL) em congelar os recursos destinados a ações de combate ao desmatamento. Boa parte desse dinheiro, segundo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales seria para pagar proprietários de terras que vivem em locais de conservação.

No entanto, países como a Noruega e a Alemanha, que são principais financiadores de projetos de uso sustentável da floresta, reagiram às declarações do presidente de que o Brasil “não precisa desse dinheiro”. Calculados, os recursos restringidos pelas entidades federativas internacionais alcançam montante de R$ 3,4 milhões.

Na semana passada, o chefe do Poder Executivo esteve em Brasília para o Fórum dos Governadores. Na ocasião, ele teria discutido estratégias para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e ao final da reunião foi elaborada uma carta com as principais demandas dos estados.

Segundo o Governo, essa carta representa o estudo feito pelos técnicos dos estados Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Roraima, Pará Rondonia, Tocantins, além de Mato Grosso.

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