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Cuiabá, 08 de Junho de 2026
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04 de Novembro de 2020, 09h:20 - A | A

PODERES / RESPOSTA À FECOMÉRCIO

Mauro: 'Eu cortei tetas, cortei a mamata e isso não é aumento de imposto'

Governador argumentou que os R$ 9,5 bilhões do Programa MT Mais não são de aumento de impostos e apontou que o empresariado faz tal acusação porque perdeu benefício de incentivo fiscal

DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) disparou, nesta quarta-feira (04), contar as acusações do presidente da Fecomércio, José Wenceslau Júnior de que o governo está aumentando impostos para custear o programa MT Mais, lançado recentemente, que prevê pacote de obras e demais investimentos em Mato Grossos, que somam R$ 9,5 biçhões. Em entrevista à Rádio Capital Mauro disse que a acusação é porque a gestão dele ‘acabou com a mamata e cortou teta’ dos empresários.

A declaração de Mauro é referente à série de incentivos fiscais concedidos a empresas pelo ex-governador Silval Barbosa e cortados por ele, por considerar irregulares. Mauro lembrou que muitos foram concedidos em troca de propina.

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“Eu cortei mesmo. Não vai ter mamata para ninguém. Não vai ter teta. O Estado tem que cobrar os impostos corretamente, para fazer corretamente os investimentos. Então eu vou repetir, está na delação. Esse cidadão compra incentivo fiscal está escrito lá e aí ele quer que a gente mantenha e a gente não mantém. Eu cortei mesmo isso. Cortei dele, cortei de alguns e de outros setores, que estavam errados e agora fica falando que isso é aumento de imposto. Isso não é aumento de imposto, isso é cortar tetas de alguns que conseguiram de forma ilícita, pagando propina para governos anteriores ”, protestou Mauro.

Em resposta a Mauro Mendes, o presidnete da Fecomércio argumentou que o governo está sim aumentando impostos, já que de todo o investimento do MT Mais, cerca de R$ 6 bilhões são de recursos próprios, conquistados por arrecadação. Segundo ele, com o corte de incentivos fiscais em reforma administrativa, o governo está matando a galinha de ovos de ouro.

 

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