DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT
O suplente de senador eleito e secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho (União Brasil), minimizou a reclamação de alguns prefeitos no Estado que alegam possível queda na arrecadação devido ao teto da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Para ele, existe muito "discurso fantasioso", mas prometeu analisar os dados.
Esta semana, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), por exemplo, afirmou que a prefeitura deve perder cerca de R$ 26 milhões em recurso para 2023 e que isso poderá acarretar no atraso salarial de servidores e fornecedores.
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As perdas são fruto do teto de ICMS aprovado pelo Congresso Nacional, que limitou a cobrança do imposto para combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, a 17%.
Como os municípios ficam com uma fatia de 25% do imposto, assim, ele se torna uma das principais receitas das prefeituras. O impacto dessa redução na cobrança já foi sentido este ano e deverá ser maior no ano que vem.
Mauro Carvalho afirmou que esses dados devem ser analisados com “frieza” e que não tem como responder fala de gestores municipais que estariam querendo “tumultuar” o que está sendo feito pela gestão do governador Mauro Mendes (União Brasil).
“Perca a onde? Isso aí tenho que entender melhor porque realmente temos que ter a frieza de analisar esses números. Tem muito discurso aí fantasioso e a gente tem que entender para depois fazer uma análise técnica e responder. Não tem como eu responder isso em cima na fala de alguns que de certa forma querem tumultuar qualquer tipo de processo que estamos fazendo”, declarou.
Por outro lado, ele destacou que a Casa Civil está aberta ao diálogo.
“A Casa Civil é uma casa de diálogo, de paz e está realmente aberta a fazer as articulações necessárias para que dê andamento na gestão do governador Mauro Mendes”, finalizou.
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