Secom-MT

Mauro Mendes conversou com o ministro Augusto Nardes. Também participou o ex-senador Cidinho Santos.
APARECIDO CARMO
DO REPÓRTER MT
O governador Mauro Mendes (União) anunciou que o Estado assume a concessão da BR-163 na próxima quinta-feira, dia 4 de maio. Em reuniões, na manhã desta terça-feira (25), com os ministros Augusto Nardes e Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), Mauro articulou os últimos pontos necessários para que ocorra a transferência de contrato para o Governo.
"Foram meses de muita luta para conseguir implantar essa solução inovadora, que vai fazer com que finalmente as obras aconteçam!", escreveu o governador no Instagram, para anunciar o "fim da novela".
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"Com essa medida, vamos acabar com essa história de sofrimento e evitar que mais vidas se percam, melhorando a logística e o ir e vir dos mato-grossenses", completou.
Aos membros do TCU, o governador explicou que já foram tomadas todas as etapas burocráticas relativas à concessão, restando apenas os processos pendentes na Corte de Contas da União para a finalização do processo.
"Só dependemos da solução desses dois impasses para que possamos assumir a concessão e dar início imediato às obras. Já resolvemos a questão dos bancos e todos os outros pontos que precisavam ser resolvidos. Temos o recurso disponível para aportar na companhia e iniciar as obras, e queremos fazer isso o quanto antes", disse.
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A MT-Par, sociedade de economia mista controlada pelo Executivo Estadual, assumirá o controle da concessão para retomar, de forma célere, as obras de melhorias na rodovia federal.
Considerada inovadora até mesmo pelo Tribunal de Contas da União, o processo tem sido referência para outros estados que enfrentam dificuldades em concessões de rodovias.
De acordo com o cronograma estabelecido pelo Governo do Estado, a primeira medida a ser tomada após a transferência do controle da concessão será a contratação da duplicação no trecho entre o Posto Gil e a cidade de Nova Mutum.
A previsão do investimento é de R$ 1 bilhão.
Se não fosse pela iniciativa do governo estadual, o Governo Federal teria que fazer uma licitação, que poderia provocar um atraso de mais cinco anos nas obras que são consideradas essenciais, além de provocar o aumento do valor do pedágio.













