RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
Após o fim do prazo da prestação de contas parcial de campanha, o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) aparece como o candidato ao Senado que conseguiu acumular o maior número de receita durante as primeiras semanas de campanha eleitoral, em Mato Grosso, até o momento.
Na prestação de contas à Justiça Eleitoral, o tucano declarou ter recebido R$ 2.583.030,00. Sendo que R$ 2 milhões, o que representa 77% de sua doação, foi transferido pela direção nacional do PSDB.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
Ele ainda informou ter R$ 342.580,40 de despesas contratadas, sendo que R$ 325.080,40 foram pagos.
A maioria dos gastos de Leitão foi com produção de programas de rádio e TV com R$ 262,5 mil e doações de R$ 30 mil para outros candidatos.
A ex-reitora da Universidade Federal Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia (PCdoB) foi a segunda candidata ao Senado que conseguiu o maior número de doações. Ela conseguiu arrecadar R$ 1.630.255,00.
RepórterMT
Maria Lúcia Cavalli Neder foi a segunda candidata ao Senado que conseguiu o maior número de doações.
O maior financiador foi a direção nacional de seu partido que doou R$ 1,6 milhão, o que representa 98% do total arrecadado.
Na prestação de contas, Maria Lúcia comunicou total de R$ 356.821,90 de despesas, sendo que R$ 162.371,90 foram pagas, 93% de seus despesas foram com produção de programas de rádio e televisão, com valor de R$ 333.865,00, seguido de serviços prestados por terceiros com R$ 13 mil.
Repórter MT
Jayme Campos (DEM) gastou mais de R$ 1 milhão.
Gastos
Jayme Campos (DEM) foi o candidato que mais gastou, até o momento. Consta na prestação o consumo total de R$ 1.035.866,82 contratados, sendo R$ 684.829,82 foram pagos. Produção de programas de rádio e TV e publicidade em jornais e revistas ambas consumiu R$ 300 mil.
Sobre sua receita, o democrata declarou ter acumulado R$ 1.237.048,16,sendo que R$ 632.398,16 foram desembolsados por ele e R$ 600 mil do diretório nacional do DEM.
O deputado Adilton Sachetti (PRB) informou ter acumulado R$ 850 mil de receita, sendo que R$ 800 mil foram doados pela direção nacional do partido e R$ 50 mil pela sobrinha do candidato, Natasha Preza Sachetti.
O que chama atenção na prestação de contas do candidato são suas despesas, que até o momento foram com água mineral. Ele gastou R$ 1.450,08.
A juíza aposentada Selma Arruda tem receita de R$ 399,7 mil, sendo que R$ 188 mil foram injetados pela postulante. Ela não informou gastos.
O presidente do PSD em Mato Grosso e ex-vice-governador Carlos Fávaro tem R$ 205 mil, sendo 48,78% desse valor foi doado por Guilherme Mognon Scheffer, filho do primo do ministro Blairo Maggi (PP), Elizeu Schaffer.
Foram gastos até o momento, R$ 232.820,30. A maioria foi para pagar serviços prestados por terceiros R$ 130 mil, seguido por material impresso R$ 60 mil.
Outros candidatos
O candidato da Rede, Sebastião Carlos conseguiu R$ 50 mil de receita que foi doada por ele mesmo. Não há informações sobre gastos.
O procurador Mauro (Psol) tem acumulado R$ 23 mil que foram transferidos pela direção estadual do partido. Ele gastou R$ 21,8 mil com impulsionamento de conteúdo em redes sociais.
Waldir Caldas Rodrigues (Novo) tem R$ 21.077,16 em caixa e total de despesas de R$ 20.653,20.
Gilberto Lopes Filho (Psol) transferiu R$ 3 mil para sua campanha. O mesmo foi feito pelo candidato Aladir Albuquerque (PPL) que enviou apenas R$ 500 para sua campanha. Ambos não informaram sobre os gastos.
Leia mais:
Ex-secretários de Taques fazem doações para campanha de Mendes
Taques lidera arrecadação com R$ 1,4 milhão; Wellington é o que mais gasta
Principais doadores de Taques são empresários do agronegócio














