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02 de Junho de 2017, 20h:50 - A | A

PODERES / R$ 18 BILHÕES

LDO 2018 e prevê crescimento do PIB e gastos com RGA

Para o Palácio Paiaguás, varejo deve impulsionar o PIB do próximo ano. No entanto, o Estado irá arrecadar menos com ICMS, maior fonte de arrecadação.

RepórterMT

O governador Pedro Taques Projeto encaminhou no último dia 30 de maio, à Assembleia Legislativa, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018.

O governador Pedro Taques Projeto encaminhou no último dia 30 de maio, à Assembleia Legislativa, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018.

DA REDAÇÃO



O Governo do Estado encaminhou no último dia 30 de maio, à Assembleia Legislativa, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2018, com previsão de receita de R$ 18,8 bilhões, ou seja, R$ 1,8 bilhão a mais que a deste ano. Apesar do crescimento, o documento prevê déficit previdenciário e maior gasto com pessoal.

No documento, o Palácio Paiaguás prevê ainda que o produto interno bruto (PIB) de Mato Grosso de 2,37%, maior o que o previsto para o País (estipulado em 2,30%) enquanto a dívida consolidada atinge R$ 5,5 bilhões. Os dados estão baseados nas projeções de mercado, divulgados pelo relatório do Banco Central do Brasil. 

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O Governo Pedro Taques (PSDB) aponta que a economia no próximo ano será impulsionada pelas vendas no varejo, com aumento de 7,64%, setor que deve encerrar 2017 com queda de 7,01%. 

Mesmo com o aumento nas vendas varejistas, o Estado afirma no documento que terá queda na arrecadação do ICMS em 0,77%. O imposto representa pouco mais de 50% da arrecadação de impostos.

“A recessão econômica que atingiu o País foi uma das maiores das últimas décadas. Esse quadro afetou profundamente a base de incidência do ICMS e a arrecadação desse tributo. No entanto, os esforços para aperfeiçoamento da máquina tributária evitaram que a arrecadação fosse afetada significativamente, ainda que não tenha crescido em patamar significativo”, apontou Taques, no documento.

Outro ponto que deve gerar polêmica é o fato da Revisão Geral Anual (RGA) ser paga de modo parcelado, a partir de janeiro de 2018. Na LDO, Taques prevê que serão gastos R$ 450 milhões, que representam 6,58% de reposição inflacionária de 2017 e de R$ 33,3 milhões, com a de 2018.

Além dos encargos relativos às dívidas estimandos em R$ 1,8 bilhão no próximo ano, as despesas de folha de pagamento e déficit previdenciário podem ultrepassar valores referentes a R$ 1,4 bilhão até o ano de 2020.   

A LDO não apresenta os orçamentos de outros Poderes nem de Instituições do Estado. Os valores só serão apresentados na Lei Orçamentária Anual (LOA) que chegará ao Legislativo em agosto.

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Adário 03/06/2017

Desde que assumiu o governador Pedro Taques tem dado o calote na Revisão Geral Anual ou quitado parcialmente, os dados do SEFAZ demonstram excesso de arrecadação, o governador tornou sigilosos os dados de exportação para eximir sonegadores do agronegócio da malha fina do TCE, e mesmo assim os repasses da saúde não foram feitos este ano, nenhum. A verdade é que o governador quer OITOCENTOS MILHÕES para retomar o VLT com o mesmo consórcio acusado de desvios da ordem de TREZENTOS MILHÕES, inclusive retirou o Wilson Santos (homem do rodoanel - também homem de confiança de Pedro Taques) da secretaria para retornar à assembleia para modificar o relatório do VLT e conseguir isso. Não importa de onde ele vai tirar dinheiro pra colocar nessa empresa corrupta, ao invés de abrir nova licitação. Mas faça vc mesmo o seu julgamento.

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