facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 20 de Junho de 2026
20 de Junho de 2026

30 de Março de 2019, 08h:11 - A | A

PODERES / Operação Sangria

Justiça manda prender, de novo, ex-secretário de Emanuel e mais 5 por fraudes na Saúde

As novas prisões foram decretadas, na sexta-feira (29), por determinação do desembargador do Tribunal de Justiça, Alberto Ferreira de Souza.

DA REDAÇÃO



A Polícia Civil, no âmbito das investigações da Operação Sangria, cumpriu seis mandados de prisão preventiva na manhã deste sábado (30) contra os membros da organização criminosa do esquema que monopolizou a saúde em Mato Grosso, por meio da prestação de serviços médicos hospitalares. Um dos alvos não foi localizado e deve se apresentar aos investigadores a qualquer momento.

Foram novamente presos: Huark Douglas Correia, ex-secretário de Saúde de Cuiabá; Fábio Liberali; Flavio Taques,  (ex adjunto da Secretaria de Saúde da Capital); Kednia Iracema Servo; Luciano Correia; e Fábio Taques Figueireiro. Celita Liberali não foi localizada e deve se entregar as autoridades ainda neste sábado. Os mandados foram cumpridos no municípios de Cuiabá e Várzea Grande.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Os trabalhos são conduzidos pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), presididos pelo delegado Lindomar Aparecido Tofoli.

Na sexta-feira (29), o desembargador do Tribunal de Justiça, Alberto Ferreira de Souza, revogou as medidas cautelares decretadas anteriores e determinou novamente a prisão preventiva dos envolvidos nas fraudes de desvios de recursos da saúde pública.

A investigação da Operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa e passiva, referente a condutas criminosas praticadas por médicos/administrador de empresa, funcionários públicos e outros, tendo como objeto lesão ao erário público, vinculados a Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Proclin e a Qualycare.

Segundo a apuração, a organização mantinha influência dentro da administração pública, no sentido de desclassificar concorrentes, para que ao final apenas empresas pertencente a eles (Proclin/Qualycare) possam atuar livremente no mercado.

Os presos estão na Defaz e serão apresentados em audiência de custódia neste sábado.

Leia mais

Empresas ligadas a secretário preso receberam R$ 82 milhões

peração prende 3 médicos e mais 5 por fraudes em contratos da Saúde

Comente esta notícia