DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT
O deputado estadual eleito Júlio Campos (União Brasil) afirmou, nessa quinta-feira (15), que recebeu um convite para compor a chapa de Max Russi (PSB) na disputa pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, ao biênio 2023/2025. No entanto, ponderou que ainda pretende conversar com o atual presidente da Casa, Eduardo Botelho (União Brasil), que poderá retornar para a disputa.
"Conversou sim, conversou comigo antes de ontem né, fez umas tratativas, mas ainda vou conversar também com o deputado Botelho que é nosso aliado e amigo. Vamos conversando", declarou Júlio.
>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão
Inicialmente, os dois nomes lançados para a disputa seriam o de Max e do atual presidente do Legislativo Estadual, Eduardo Botelho. Entretanto, uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) acabou barrando Botelho na tentativa de se reeleger.
Com o recuo dele, o nome de Júlio Campos foi lançado. O deputado chegou a afirmar que já teria o apoio de mais de 10 parlamentares para o pleito.
O imbróglio envolvendo a disputa na AL acabou tendo uma reviravolta esta semana. O STF abriu uma “brecha”, mudando a data de validade para a regra da não recondução à eleição nas mesas diretoras de assembleias legislativas do país.
De acordo com a nova decisão, concedida no Paraná, os ministros do STF entenderam que a proibição de reeleição se inicia a partir de janeiro de 2021 e que todas eleições anteriores não serão contabilizadas. Como Botelho foi reeleito presidente em junho de 2020, antes da data estabelecida na nova decisão, poderia disputar a reeleição para o biênio 2023/2025.
Júlio explicou que nunca foi sua pretensão ser presidente do Parlamento Estadual, mas que seu nome está à disposição e preparado para os desafios. As articulações já começaram, mas devem ser intensificadas após a posse em janeiro de 2023.
"A princípio meu nome está à disposição, porque há dúvidas se realmente essa resolução atinja Mato Grosso, porque foi uma resolução do Supremo com relação ao estado do Paraná, que é um pouco diferente da legislação do estado de Mato Grosso. Então, vamos aguardar mais um tempo", disse.
"Mas a partir do dia 2 de janeiro, com o novo governo do Mauro Mendes conversando, vamos ter que sentar e decidir uma oposição ou um consenso de uma disputa de voto de candidatos à presidência da Casa. Posso encarar não só o Max, como qualquer outro nome", completou.













Carlos Miguel rondon de Souza 6 17/12/2022
O Júlio pelo que representa para o estado tem que ser presidente quem puder que some com ele.
1 comentários