RepórterMT/Reprodução.

O secretário Gustavo Oliveira justificou que a medida é resultado do agravo da crise financeira.
DA REDAÇÃO
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), informa que o pagamento dos aposentados e pensionistas do Executivo será efetuado na quinta-feira (08). Em virtude da indisponibilidade de caixa no Tesouro, os salários não serão creditados nas respectivas contas nesta segunda-feira (05). A folha líquida do mês de maio soma R$ 145,123 milhões.
“A crise se agravou com a frustração da arrecadação, que não se comportou como previsto nestes primeiros meses de 2017. Por isso, o Tesouro não tem disponibilidade de caixa, neste momento, para liquidar a folha dos inativos na data prevista”, explica o secretário de Fazenda.
“A crise se agravou com a frustração da arrecadação, que não se comportou como previsto nestes primeiros meses de 2017. Por isso, o Tesouro não tem disponibilidade de caixa, neste momento, para liquidar a folha dos inativos na data prevista”, explica o secretário de Fazenda Gustavo de Oliveira.
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O gestor reafirma, no entanto, que o Executivo continua se empenhando para manter o pagamento dos salários dos servidores da ativa dentro do calendário estabelecido, mesmo com as dificuldades expostas.
“Em que pese o cenário desfavorável, o servidor é prioridade para esta gestão, que não mede esforços tanto para manter os salários em dia, quanto para conceder a Reposição Geral Anual (RGA) integralmente com um cronograma de pagamentos pré-estabelecidos para dar previsibilidade e segurança aos servidores”, ressalta Oliveira.














Lucas 05/06/2017
Baita semvergonhisse desse governo que induz acreditarmos numa crise no Estado do MT para justificar esse atraso. Inclusive prevê congelar nossos vencimentos.
Augusto 05/06/2017
Os servidores precisam parar e exigir publicamente o impeachment do governador: 1. Desvios de recursos na seduc em seu governo; 2. Destinação de recursos da Saúde (recurso federal) em outras áreas o que é proibido por lei, criando o caos de propósito e usando recursos da folha de pagamento para quitação; 3. Grampear adversários políticos e até deputados da base, desembargadores, juízes e promotores (evitando assim qualquer controle sobre a atividade do Executivo e afrontando princípios constitucionais sensíveis da ordem democrática).
Davi 05/06/2017
Vejam como os fatos desmentem certos discursos, agora ficou esclarecido que o Riva desviou aproximadamente 10 milhões em 3 décadas de assembleia e o Taques que tanto lhe criticava teve secretário preso na Secretaria de Educação por desvios de 57 milhões em menos de 1 ano.
Rosino(chirrão) 05/06/2017
Esse governo que ta ai, sinceramente não governa pra ninguem!! deveria incluir o mandato desse governador nas eleições gerais, pra trocar todo mundo. basta, ja deu, e ja vai tarde....
jose de faria lima 05/06/2017
Efeito crise nada, efeito da incapacidade de gerir a coisa pública... Faltam 17 meses...
Gilstinho 05/06/2017
Não tem como não fazer comparação: No governo passado, foram construídas e que ainda estão em andamento, 56 obras gigantesca dentro de Cuiabá. Pagava-se, salario dentro do mês.Pagava-se os RGAs integral. Faziam nomeações de servidores concursados. Grande empresas no Dist Indutrial funcionava a todo vapor gerando emprego e renda para o Estado. Agora, o gestor atual, que até hoje desce o pau na gestão anterior, não paga salario dentro do Mês, é uma guerra pra pagar os RGAs, Não se vê nenhuma obra gigantesca dentro de Cuiabá como fez a gestão anterior, exceto, um projeto da trincheirinha saída pra chapada dos Guimarães que será inaugurado no governo que vem, isso se o futuro governador não ficar igual o atual,pára a obra só fazendo auditorias. Só pagou salários e RGAs em 2015, por que a gestão anterior ter deixado em caixa, efetivamente a gestão atual começou em 2016, e os resultado da administração do ano 2015 pra cá é que esta turbulência. Eu o meu pensamento sobre instabilidade de pagamento salários
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