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Cuiabá, 08 de Junho de 2026
08 de Junho de 2026

03 de Novembro de 2020, 11h:29 - A | A

PODERES / REBATEU ATAQUES

Fábio mostra ata e nega ação política para barrar verba para o HMC

Zito Adrien acusou o ex-deputado federal de tentar travar a destinação direta de R$ 100 milhões ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

DA REDAÇÃO



O presidente do Democratas de Mato Grosso, ex-deputado federal Fábio Garcia, rebate os ataques do  ex-secretário de Planejamento de Cuiabá, Zito Adrien, que o acusou de tentar travar a destinação direta de R$ 100 milhões ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Fábio aponta que a declaração é mentirosa e que a gestão da saúde da Capital é marcada por descaso e suspeitas de corrupção.

Fábio apresenta ata no período em que foi coordenador da bancada federal de Mato Grosso, conforme documento abaixo, comprovando uma emenda impositiva no valor de mais de R$ 100 milhões para equipar o novo Pronto Socorro de Cuiabá. No entanto, ele acusa que Emanuel Pinheiro perdeu o recurso, prejudicando milhares de cuiabanos.  

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"Enquanto eu e a bancada tentávamos ajudar a saúde de Cuiabá o prefeito demonstrava toda a sua incompetência e má-fé. O fato é que enquanto trabalhávamos para ajudar a saúde, Emanuel Pinheiro era suspeito de roubar a saúde da nossa cidade. Quem cuida da saúde, não rouba!”, dispara o ex-deputado, que participou do projeto e do início da obra do novo Pronto-Socorro de Cuiabá na gestão do então prefeito Mauro Mendes (DEM) .  

Zito afirmou que Garcia tentou prejudicar a população cuiabana, agindo de forma política. O ex-secretário argumentaque o prefeito Emanuel Pinheiro conseguiu terminar a obra e equipar o HMC a partir de articulação com a bancada federal, junto ao ex-presidente Michel Temer, que incluiu a unidade no programa Chave de Ouro. Zito ainda apontou que Fábio envergonha a memória do avô dele, o ex-governador Garcia Neto.

Garcia explica que os R$ 100 milhões para equipar o pronto-socorro eram verbas carimbadas, portanto, não poderia ser destinada para outra finalidade. “Ele [Emanuel] não comprou os equipamentos e o recurso teve que ser realocado para evitar a perda”.  

O democrata lembra que a gestão Emanuel Pinheiro contabiliza inúmeros escândalos de corrupção, inclusive na área da saúde com quatro secretários afastados e um preso.

“Na saúde, um secretário foi preso e outro afastado por suspeita de superfaturar a compra de medicamentos para o tratamento da Covid-19. Isso é muito sério e desumano. Enquanto as pessoas sofriam com a pandemia, a gestão Emanuel era suspeita de comprar remédio para Covid superfaturado”, disse Garcia.

Zito coordena a campanha de Emanuel Pinheiro à reeleição e Garcia está à frente da coordenação da campanha de Roberto França (Patriota).

Confira documento abaixo:

 

Álbum de fotos

Reprodução

Reprodução

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