facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 17 de Junho de 2026
17 de Junho de 2026

05 de Janeiro de 2021, 17h:00 - A | A

PODERES / RECEITAS E DESPESAS

Assembleia Legislativa aprova Lei Orçamentária de 2021 de R$ 22 bilhões

A Lei Orçamentária Anual prevê receitas e despesas na ordem de R$ 22,1 bilhões; orçamento da previdência é de R$ 4,9 bilhões

FELIPE LEONEL
DA REDAÇÃO



 A Assembleia Legislativa aprovou, em sessão extraordinária desta terça-feira (5), a Lei Orçamentária Anual (LOA 2021), que prevê a receita e despesa do governo estadual neste ano.

O projeto de lei prevê arrecadação e despesas de R$ 22,1 bilhões pelo Governo do Estado. 

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Os deputados apresentaram 314 emendas, sendo que 247 foram aprovadas e 67 rejeitadas.

O texto ainda precisa ser aprovado em redação final. 

Deste montante, o Executivo ficará com 18,781 bilhões; Assembleia Legislativa (R$ 562 milhões); Tribunal de Contas do Estado (R$ 391 milhões); Tribunal de Justiça do Estado (R$ 1,692 bilhão); Ministério Público do Estado (R$ 532 milhões) e Defensoria Pública (R$ 153 milhões). A Previdência Social é a área que mais recebeu incremento de receitas, totalizando um aumento de 7,49%.

A área deve receber R$ 4,9 bilhões, R$ 343 milhões a mais do que o ano de 2020.

A Secretaria de Saúde também teve aumento de receitas de 6,33%.

A Pasta vai receber R$ 2,1 bilhões, R$ 128 milhões a mais que o ano anterior. A Segurança Pública tem orçamento previsto de R$ R$ 3,1 bilhões; Assistência Social (R$ 115 milhões) e Educação (R$ 3,4 bilhões).

O único deputado a votar contra foi Faissal Kalil alegando descontentamento com o aumento nos repasses para os Poderes. Apenas com estes repasses, o Executivo estadual despenderá cerca de R$ 3,5 bilhões.

De acordo com o deputado, o Estado possui outras áreas com deficiências, como a infraestrutura das escolas, que precisam de mais atenção.

A Educação teve uma redução no orçamento de 5,2%, recebendo R$ 184 milhões.

Fui o único a votar de forma contrária. Enquanto não tivermos eficiência em pastas importantes, como saúde e educação, terei este tipo de postura. Estas deficiências, inclusive, são frutos do Governo passado, do ex-governador Pedro Taques. Não me sinto confortável em votar sim para este orçamento”, disse o deputado.

Comente esta notícia