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20 de Setembro de 2023, 12h:18 - A | A

PODERES / APROVADO POR UNANIMIDADE

Assembleia aumenta emendas e cada deputado terá R$ 28 milhões para destinar a municípios

Proposta foi aprovada na tarde dessa quarta-feira, pelo plenário da Assembleia Legislativa.

ANGELO VARELA / ALMT

Para presidente da Assembleia, deputados não estão inventando nada novo, apenas se adequando ao que já existe.

Para presidente da Assembleia, deputados não estão inventando nada novo, apenas se adequando ao que já existe.

APARECIDO CARMO
RAFAEL COSTA



A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou quarta-feira (20), por unanimidade, o aumento no valor destinado às emendas parlamentares. Foram 21 votos favoráveis. Três deputados não estavam presentes. Com isso, o valor pode subir para R$ 28 milhões para cada um dos 24 deputados estaduais.

A ideia foi equiparar na ALMT a destinação da Receita Corrente Líquida do Estado ao que já é praticado em outros estados, que destinam 2% da RCL. Até agora eram destinados 1,2%.

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“Nós não estamos inventando nada. O Congresso Nacional já é 2% da Receita Corrente Líquida, as assembleias em todo país também já é 2%, nós só estamos adequando a uma conjuntura nacional que já é 2%. Só que aqui não era ainda, era 1,2% e agora nós estamos passando para 2% e, na verdade, só uma adequação não muda também nada”, explicou o presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho.

Conforme o deputado, o recurso não é para o deputado, mas um valor a ser investido nas obras dos municípios que, por sua “grandiosidade”, o Estado não consegue acompanhar de perto.

“Esse recurso não é para o deputado, esse recurso é para o deputado indicar aquelas obras pequenas que o Estado em sua grandiosidade não vê no planejamento, como é uma reforma de uma creche, como é a construção de uma escola no município, como é a reforma, por exemplo, de uma estrada que está ali que é necessário, que o deputado está vendo isso. Então é para isso que é feito, nada mais do que isso”, pontuou.

Segundo Botelho, não cabe ao Governo do Estado se posicionar sobre o assunto, porque é uma definição nacional à qual a Assembleia Legislativa apenas está se adequando.

“Se é lei federal, é PEC, o Congresso é assim, as outras assembleias sim, a lei nacional já é isso. Tem que aceitar e vamos embora”, concluiu.

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