DO REPÓRTERMT
Jair Bolsonaro voltou ao centro de uma nova dor de cabeça jurídica depois que uma arma registrada em seu nome foi apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal com um sargento do Exército ligado ao GSI.
Em depoimento à Polícia Civil do DF, o ex-presidente admitiu que a pistola era dele e que o armamento estava em sua casa, mesmo durante o período de prisão domiciliar humanitária. A fala que chamou a atenção foi destacada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF: Bolsonaro teria dito que tinha “3 mulheres em casa” e que não poderia ficar desarmado.
A justificativa, que poderia soar como argumento de segurança pessoal, virou munição contra o próprio ex-presidente dentro do processo. Moraes apontou possível falta grave e abriu prazo de 48 horas para a Procuradoria-Geral da República se manifestar.
A arma foi apreendida no dia 15 de junho, em Taguatinga, durante abordagem a um sargento do Exército. Segundo os relatos do caso, o militar afirmou que trabalhava para Bolsonaro e que havia recebido a pistola para verificar uma falha mecânica.
A defesa do ex-presidente sustenta que a arma estava sem condições de uso e que havia sido entregue ao agente apenas para conserto. Os advogados também afirmaram ao STF que Bolsonaro tinha autorização para possuir a pistola.
O problema é que, no mundo jurídico, explicação ruim costuma custar caro. E, no caso de Bolsonaro, até uma frase dita em poucos minutos de depoimento virou mais um capítulo de pressão sobre sua situação no Supremo.















Lindalva 24/06/2026
Aqui em casa sai 4 mulheres, eu também tenho direito a arma? ou e o marido pra se defender de nois mulheres .
1 comentários