DA REDAÇÃO
O ex-deputado estadual, José Riva (PSD) e o governador do Estado, Pedro Taques (PSDB) devem ficar frente a frente no dia 20 de outubro em uma audiência de conciliação sobre uma queixa-crime por calúnia e difamação oferecida pelo tucano.
No processo o governador acusa que Riva, no dia 11 de agosto do ano passado, durante o Movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) teria questionado um processo que estava sob sua responsabilidade quando atuava como procurador do Estado e que teria prescrevido. “Ninguém nunca saiu questionando porque o doutor Pedro Taques pegou um processo de um rombo de mais de R$ 230 milhões de uma cooperativa e guardou em uma gaveta, deixou prescrever. Isso não é corrupção?”.
A ação, no qual Riva se refere, trata-se da Cooperativa de alimentos, Cooperlucas e investigava fraudes na armazenagem de grãos e em empréstimos do Governo Federal (chamados de EGF’s) pelo Banco do Brasil. De acordo com a denúncia, os investigados faziam a movimentação financeira e os grãos que deveriam ser entregues à União seriam desviados.
Pedro Taques nega que tenha atuado em no processo citado por Riva e por isso quer que a Justiça puna o ex-deputado que já foi intimado no dia 21 de setembro.














