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Éder foi preso pela PF na sétima fase da operação Ararath. Já Riva foi preso pelo Gaeco na operação Imperador
JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO
Apesar de estar em celas diferentes, o juiz da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, Geraldo Fidelis, afirmou ao RepórterMT, que não acha certo o ex-secretário Éder Moraes ficar preso no Centro de Custódia da Capital (CCC), onde também se encontra o ex-deputado Estadual, José Riva (PSD).
Segundo o magistrado, o primeiro é considerado preso federal. Por isso, tinha que ser transferido para um presídio da mesma esfera.
“Ele (Éder Moraes) é um preso federal. Quem deve regulamentar tudo isso é o Juízo Federal. Particularmente, penso que ele deveria ser levado para um presídio federal, para não ficar próximo ao preso estadual Riva, mas, friso, essa é uma questão a ser decidida pelo Juízo Federal”, destacou.
Éder, que foi preso pela Polícia Federal, na sétima fase da Operação Ararath, é acusado de ocultação e lavagem de dinheiro. Ele está preso desde o dia primeiro de abril.
Já Riva, detido pelo Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado, do Ministério Público Estadual (MPE), está preso há mais de 45 dias. O ex-deputado é acusado de ter desviado mais de R$ 60 milhões da Assembleia Legislativa, quando presidia a ‘Casa’.
Ainda de acordo com Fidelis, outra opção seria transferir Éder para uma cela do Batalhão do Corpo de Bombeiros ou um Batalhão da Polícia Militar. Caso contrário, a estadia do ex-secretário em um presídio da vara Estadual abriria precedentes para futuros presos, em operações semelhantes, pleitearem o mesmo direito. “Tratamento igualitário a todos é a regra, sem perseguições, nem privilégios”, finalizou.
OCULTAÇÃO DE BENS
Éder também foi preso na quinta fase da operação Ararath. Na ocasião, ele ficou detido cerca 60 dias no Complexo Penitenciário da Papuda (Brasília) e 20 no CCC.
No entanto, após ser solto, prevendo que os bens fossem bloqueados pela Justiça, o ex-secretário teria usado nomes de ‘laranjas’ para transferir terrenos e carros de luxos.
Em entrevista à imprensa, o delegado da PF, do setor de inteligência, Marco Aurélio Favere, destacou que a audácia era tanta, que as transações imobiliárias eram feitas sempre em valores muito abaixo do mercado.
Segundo o delegado, Éder chegou de vender terrenos em condomínios de luxo por até R$ 50 mil. Já sobre os ‘laranjas’, Favere disse que eles podem também responder pelo crime de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
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Claudionor Pereira 11/04/2015
Se como o Sr. disse o Preso eh da esfera federal, o que o sr. tem dar palpite, ou quer aparecer na mídia ou não conhece o direito, CNJ nele!!!!!
1 comentários