Divulgação PRF

A PRF suspeita que a colisão ocorreu após uma ultrapassagem mal feita de um dos veículos.
JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO
Os corpos de Ranulfo Manoel Silva, José Olário Sampaio e o filho dele, Clécio Sampaio, servidores do setor de obras, da Prefeitura de Diamantino (240 km de Cuiabá), estão sendo velados, nesta quarta-feira (14), na Igreja Batista, na região central da cidade. Já do empresário Juarez Gaúcho, ocorre no Posto Gil, localizado a 30 quilômetros do município. As famílias ainda devem decidir onde será o enterro.
Os quatro morreram após o Renault Duster, em que eles estavam, baterem de frente com uma carreta carregada de Soja, no cruzamento da BR – 163 com a 364, próximo a Diamantino, no fim da tarde desta terça-feira (13).
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Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), chovia muito no momento da tragédia. Com a força do impacto da colisão, o Duster ficou totalmente destruído. Três passageiros morreram presos às ferragens. O quarto foi arremessado a vários metros do carro. Já a carreta saiu da pista, no entanto, o motorista sofreu apenas escoriações no corpo.
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Passageiros de Duster morreram na hora.
A PRF suspeita que a colisão ocorreu após uma ultrapassagem mal feita de um dos veículos. O motorista do caminhão, que não teve o nome divulgado, deve ser ouvido nos próximos dias pela Polícia Civil. Ele pode ser autuado por homicídio culposo, quando não há intenção.
Após a colisão a PRF interditou a pista para os trabalhos da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec). O laudo com as causas da batida só deve ficar pronto nos próximos 40 dias. O trecho só foi liberado para o tráfego, por volta das 21h, desta terça-feira (13).
Com a morte dos três servidores, o prefeito de Diamantino, Juviano Lincoln, decretou luto oficial de três dias, suspendendo o expediente nesta quarta-feira (14).
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Após colisão, carreta carregada de soja saiu da pista.
BALANÇO
Nos últimos dias a PRF divulgou um balanço dos registros de colisões nas rodovias federais. De acordo com a estatística, a BR – 364 é mais perigosa de Mato Grosso, já que em 2014, registrou mais de 1.700 acidentes.























