KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
O prefeito Mauro Mendes (PSB) afirmou à imprensa, durante lançamento da obra de recuperação das avenidas da Prainha, do CPA e da Fernando Corrêa, que, durante os trabalhos corretivos na Fernando Corrêa, será feita uma tentativa de contenção de enchentes do Viaduto da UFMT, o qual chamou de “piscinão da Fernando Correa”.
“No planejamento inicial não estava contido isso, mas temos a proposta de um pequeno ajuste para talvez conseguirmos implementar uma solução que definitivamente já resolve esse problema”, disse o prefeito
As três avenidas serão recapeadas, sinalizadas e reformadas, mediante adiantamento de R$ 13,5 milhões, por parte do governo do Estado e da Prefeitura, para mitigar os problemas deixados pelos canteiros do VLT, ainda sem previsão certa de circulação. Esse valor será subtraído do contrato assinado entre a extinta Secopa e o Consórcio VLT.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
“No planejamento inicial não estava contido isso, mas temos a proposta de um pequeno ajuste para talvez conseguirmos implementar uma solução que definitivamente já resolve esse problema”, disse o prefeito Mauro Mendes, se referindo ao caos no entorno do Viaduto da UFMT, toda vez que chove em Cuiabá.
Segundo o prefeito, “o município de Cuiabá através de um Termo de Ajustamento de Conduta em parceria com importantes empreendimentos da região está construindo uma enorme bacia de contenção que certamente quando ficar pronta já vai reduzir de 20 a 30% do impacto causado pelo excesso de água ali naquela região”.
O Consórcio VLT, responsável pela obra do elevado, não assume a responsabilidade pelas enchentes. Já o governo do Estado, que conduz as pendências das obras da Copa, afirma que as empresas deveriam sim ter pensado na questão hidráulica.
Com o intuito de cobrar uma solução das autoridades públicas, nos últimos dois anos, o
tem noticiado, insistentemente, nos dias em que chove, os problemas que os motoristas pedestres enfrentam no entorno do Viaduto da UFMT. Em dias sem chuva, o engarrafamento também é rotina no viaduto, já que além do alagamento, as vias paralelas ao elevado são estreitas, não permitindo o devido escoamento do grande número de veículos em horários de pico.









