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Cuiabá, 18 de Julho de 2024
18 de Julho de 2024

30 de Novembro de 2017, 14h:33 - A | A

GERAL / ESTRANGULOU

Homem que matou namorada em Cuiabá é condenado a 14 anos de cadeia

O caso ocorreu em 2008; Wilton Santos Correa, de 39 anos matou a namorada, Rony Aremita Lopes, de 19 anos e jogou o corpo próximo ao viaduto da rodoviária de Cuiabá

CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO



A juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da Primeira Vara Criminal de Cuiabá, condenou o técnico administrativo Wilton Santos Correa, de 39 anos, a 14 anos de prisão em regime fechado por ter assassinado a namorada Rony Aremita Lopes, por estrangulamento e jogado o corpo dela em um canteiro próximo ao viaduto da rodoviária de Cuiabá .

O caso ocorreu em 2008 e Wilton foi submetido a júri popular na quinta-feira (23), quando o conselho de sentença o julgou culpado pelo assassinato, porém o absolveu da acusação de ocultação do cadáver da namorada, que tinha 19 anos.

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De acordo com a denúncia Ministério Público Estadual (MPE), o crime foi cometido na madrugada do dia 12 de agosto de 2008, quando o casal teria iniciado uma discussão, após manter relações sexuais e consumir drogas. O criminoso teria estrangulado a vítima até a morte por motivos desconhecidos.

Wilton carregou o corpo até o viaduto que serve de contorno entre as Avenidas Presidente Marques e Miguel Sutil, onde o cadáver da jovem, que era conhecida como “Barbie Girl” foi localizado horas após o crime.

A casa do réu fica a poucos metros do local onde foi encontrado o corpo. À época, ele negou o crime e disse que não via a namorada há três dias.

No processo, testemunhas relatam que o casal vivia um relacionamento conturbado e na época a jovem foi vista pela última vez entrando na casa do namorado.

Wilton disse que conheceu a vítima em local de consumo de drogas e que passaram a se relacionar. Que a jovem oferecia serviços sexuais em troca de entorpecentes e valores que não ultrapassavam R$ 50.

O acusado chegou a ficar preso por cinco meses na Penitenciária Central do Estado (PCE), em 2010, mas foi solto por força de habeas corpus. 

Agora com a decisão que não cabe recurso, o réu deve ser preso em regime fechado na Capital.

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