CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO
A partir de segunda-feira (10) os antigos camarotes da Arena Pantanal, transformados em salas de aula, começam a receber alunos do projeto do Governo de Mato Grosso, Arena da Educação.
As áreas onde foram instalados os camarotes do estádio foram pouco utilizadas, já que o estádio marcava baixa frequência de público nos eventos esportivos da Arena Pantanal. Diante disso, o Governo optou por utilizar o espaço para a instalação da nova Escola Estadual Governador José Fragelli.
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O novo centro de ensino deve funcionar em período integral e vai fomentar a prática esportiva e o lado criativo dos alunos.
O próprio governador Pedro Taques já questionou, anteriormente, a viabilidade do empreendimento e buscou alternativas para tornar o lugar mais útil, como promover eventos para ampliar a frequência de público no estádio. O Vem Pra Arena e, agora, a implantação da Arena da Educação, são exemplos.
Contas não fecham
O estádio não consegue se sustentar por si, pois obtém pouca arrecadação com aluguéis e recebe 3% da ocupação total, durante os campeonatos esportivos.
Se a Arena fosse sustentável, conseguiria manter as despesas próprias por meio de arrecadação de eventos realizados no estádio, mas por enquanto, o local só tem herdado despesas ao Estado, que em 2016, gastou cerca de R$ 6 milhões para a manutenção do estádio. A arrecadação com aluguéis não passou de R$ 100 mil.
Arena da Educação
Com funcionamento em tempo integral e vocacionada às práticas esportivas, a unidade, conhecida como Arena da Educação, disponibilizará 12 salas e atenderá 315 estudantes do 7°, 8º e 9° anos do Ensino Fundamental (de 07h às 17h30) e 1º ano do Ensino Médio (de 7h às 18h30).
Os estudantes receberão alimentação balanceada sob o acompanhamento de nutricionistas. Em um dos turnos, os alunos terão aulas regulares e, em outro, vão se dedicar às disciplinas da grade diversificada, que prevê atividades de esportes, informática e “projeto de vida”.
Para o Ensino Fundamental serão ofertadas práticas de basquete, atletismo, skate, tênis de mesa e xadrez; para o Ensino Médio, haverá o futsal e, para ambos, luta olímpica, judô, natação e vôlei de areia.
A unidade já recebeu 350 conjuntos escolares e 60 computadores para a utilização dos estudantes.
O nome da escola é uma homenagem ao ex-governador de Mato Grosso, José Fragelli, que deu nome ao antigo Estádio Verdão, demolido para a construção da Arena Pantanal, em razão da Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014.

















Carlos Nunes 09/04/2017
O próximo maior elefante branco será o VLT. Além de torrar Bilhões na Construção, mais isenção fiscal das Prefeituras de Cuiabá e VG de 200 Milhões; quando estiver pronto dará um prejuízo anual DE ATÉ 70 Milhões de Reais, durante 15 anos, que será coberto pelo Estado. Quem narrou isso foi o Botelho em vários sites, baseando-se no Relatório da CPI das Obras da Copa, que recomenda a Paralisação da Obra do VLT, porque dará prejuízo aufa. Pois é, o VLT só funcionará, quando estiver pronto, se tiver cobertura de rombo milionário pelo Estado, mais isenção fiscal das prefeituras...senão não funciona, pois o povo não pagará um preço de passagem que cubra os custos e o prejuízo. Depois de pronto...será Terceirizado por uns 30 anos, só na parte Gerencial, pois prejuízo o Grupo Empresarial não vai cobrir. Nenhum Grupo entra em Terceirização se não for pra ter lucro...prejuízo fica por conta dos governos mesmos. Marketing do VLT é uma coisa, realidade dura, nua e crua é outra. VLT é pra cidade onde o dinheiro está sobrando aufa, e não para cidade onde está faltando a beça. Aqui é uma falt...ura - falta pra Saúde, falta pra Segurança, falta pra Educação, falta pra setores muito mais essenciais dos 141 municípios de MT.
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