DA EDITORIA
O governador Mauro Mendes (DEM), o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e a Secretaria de Saúde de Cuiabá, Ozenira Félix, já avisaram sobre aumento de internações na rede pública e, principalmente, o salto na taxa de ocupação das UTI’s (Unidades de Terapia Intensiva), que na quarta-feira (26) era de 88% no estado e 80% na Capital. A rede privada já está à beira do calapso novamente.
O aumento já fez o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) anunciar o recuo na volta às aulas e o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, já informou internamente os deputados estaduais que o Governo não irá retornar às aulas no dia 7 de junho.
A preocupação aumentou depois da suspeita de que um caminhoneiro, que veio do estado do Pará, ser internado em um hospital de Rondonópolis com suspeita de infecção com a nova cepa indiana A B.1.617.2.
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Essa variante do coronavírus está devastando a Índia. Pessoas morreram na rua. Com cemitérios lotados foram feitas cremações ao ar livre.
Nesta quinta-feira (27), Ozenira Félix deve se reunir com o secretário de Saúde Várzea Grande, Gonçalo Barros, para definir o que fazer nos próximos dias para conter o avanço da doença.
A ideia é instalar barreiras sanitárias na entrada das cidades e encontrar uma saída de abordagem no Aeroporto Marechal Rondon. O prefeito Emanuel Pinheiro também não descartou mudanças no horário do toque de recolher, atualmente entre 1h e 5h.
É bom lembrar que Mato Grosso já registrou cerca de 400 mil casos da covid e quase 11 mil mortos em pouco mais de um ano de pandemia.
As autoridades locais pedem que a população não desrespeite as regras de biossegurança, como uso de álcool em gel, máscara e não se aglomerar.













