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Cuiabá, 13 de Julho de 2024
13 de Julho de 2024

17 de Junho de 2024, 18h:40 - A | A

ENTREVISTA / MENTE FEMINICIDA

Psicólogo: Matam por prazer e perdem o controle tentando se satisfazer

Em entrevista ao RepórterMT, o psicólogo e terapeuta Lieber Faiad explica que os assassinos não têm mente o que de fato estão fazendo

KARINE ARRUDA
DO REPÓRTER MT



Um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) apontou que, somente em 2023, cerca de 1.463 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, ou seja, uma a cada seis horas. Os registros são ainda mais alarmantes em Mato Grosso, já que o estado ocupou o primeiro lugar entre as unidades federativas que mais matam mulheres em todo o país.

Os casos de feminicídio em território mato-grossense têm se tornado cada vez mais comuns e mais brutais, o que acende um alerta à população do sexo feminino. Em muitos deles, os autores dos crimes têm alegado alterações psicológicas que motivaram o cometimento do assassinato, mas será que isso justifica tal barbaridade? Seria algum tipo de doença?

Do ponto de vista da psicologia, sim, essas atitudes são reflexos de pessoas doentes e que precisam de um tratamento. De acordo com o psicólogo e terapeuta Lieber Faiad, em entrevista ao RepórterMT, pessoas que cometem esses assassinatos sentem prazer no que fazem, ou seja, perdem o controle tentando se satisfazer.

Veja trecho da entrevista:

Confira o conteúdo completo:

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