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24 de Junho de 2020, 09h:50 - A | A

CORONAVÍRUS / USO DO KIT COM CLOROQUINA

Emanuel diz que implora a médicos por liberação: 'Vão deixar quantos morrer?'

Prefeito reclama da resistência de médicos que compõem o comitê de enfrentamento ao coronavírus na Capital para o uso do kit de medicamentos para tratamento nos primeiros sintomas da doença.

RepórterMT

Emanuel Pinheiro defende o uso do kit para tratamento precoce de coronavírus.

Emanuel Pinheiro defende o uso do kit para tratamento precoce de coronavírus.

DA REDAÇÃO



O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) comentou que tem implorado que os médicos do comitê de enfrentamento ao coronavírus na Capital liberem o uso do kit para tratamento precoce da doença, que contém cloroquina ou hidroxicloroquina.

“Os médicos do nosso comitê são muito resistentes, são contra esses medicamentos. Então tem uma briga interna e eu falei: gente pelo amor de Deus vocês vão deixar morrer quantas pessoas? Vão deixar quantas pessoas agravarem os casos? Não está dando certo no Amapá? Não está dando certo no Pará? Não está dando certo no Amazonas? Em vários locais que estou vendo que estão distribuindo  o kit e por que em Cuiabá não vai dar certo?”, disse Emanuel em entrevista ao programa de rádio Chamada Geral, na manhã desta quarta-feira (24).

O prefeito revelou que na quinta-feira (25) deve ocorrer nova reunião com os médicos do comitê para discutir a liberação do chamado “Kit Covid” para o uso de pacientes de coronavírus na Capital, a partir dos primeiros sintomas para evitar que os casos se agravem e seja necessário o uso de UTIs.

 “Eu já determinei avançar e dar resposta rápida à sociedade, porque se cura, se salva vidas eu vou trazer para Cuiabá. Só dependo do aval médico. Até porque eu dependo doa aval médico porque  a medicação tem que ser prescrita. Na reunião amanhã a pauta é só esse tratamento precoce; não pode perder mais tempo”, concluiu.

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Paulo Mattos 24/06/2020

De luminar verdade o comentário do Márcio. Parabéns pela lucides.

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Márcio 24/06/2020

Sei não. Isso tá cheirando à terceirização do problema. Milhões devolvidos ao Ministério da Saúde e falta de UTI, Isolamento social no momento errado, um monte de gente saindo de Cuiabá para malhar em Várzea Grande. Agora vão dizer que é por falta de cloroquina, ivermectina, etc. Na prática, meio mundo já está tomando esses medicamentos e tirando a megalópole Porto Feliz em SP, com pouco mais de 100 casos de Covid, não se vê resultado milagroso. Interior do Pará, pólo da malária, se gabava da cloroquina. Agora que o vírus chegou para valer, é morte, lotação de UTI, etc. Vá em uma UPA e veja se de fato esses medicamentos farão diferença. Tinha que ter tomógrafo, corticóides para segunda fase da doença. O que tem é fila e falta de médico. Não sou contra o oferecimento de medicações, até porque é o que se tem para a fase inicial, ainda que sem comprovação científica. Pode até ajudar, mas milagre não fará. Por fim, é mais uma doença que escancará a desigualdade social do pais. De cada 10 que morrem, 9 são das classes menos favorecidas, com diabetes, hipertensão e outras doenças de base descontroladas, por deficiência da saúde básica. Atenção senhores médicos, a bomba relógio está armada.

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Antonio carlos cuiabano 24/06/2020

quem é contra deve estar amacumunado

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Antonio carlos cuiabano 24/06/2020

é só destribuir livrimente os médicos que se recusar tem que dar um salve nele , é só contratar CV ja que eles ñ teme a justiça , é um absurdo isso acontecer , só que a grana pela morte vai pra prefeitura tem coisa muito errada ai nesse Bau

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Serafim 24/06/2020

Será que o alcaide é medico, por acaso, para saber como medicar seus pacientes? Se ele cuidasse da cidade e deixasse os técnicos trabalharem em paz já faria um grande trabalho.

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Teodoro da Silva Junior 24/06/2020

Fiz um comentário na edição do dia 22 a respeito do posicionamento de médicos que fazem parte do Comitê de Gestão que são contrários ao uso do Kit Covid em Cuiabá e agora volto para reforçá-lo. Será que essas pessoas se julgam que são como o Buda? Os iluminados? Não os conheço mas vou arriscar: são membros indicados pelos sindicatos da categoria, possivelmente vinculados à CUT, para terem uma posição política tão radical no assunto. Mas devemos todos pensar que essa medida é mais importante do que a derrubada ou não do governo Bolsonaro, queiram ou não. Fiquei horrorizado com a falta desses medicamentos em Cuiabá quando tentei comprar em farmácia o Ivermectina. Não tinha e estava uma guerra de compradores, tudo pela falta do remédio no sistema público. Reforço então o meu conselho ao prefeito: Dê murro na mesa e resolva o fornecimento desse material, não ouça mais quem quer que fique esperando a OMS liberar o uso ou que seja fornecido resultado de pesquisa - só belela - se ficar esperando sair o resultado a população já terá morrido e esses médicos ainda estarão discutindo, Está obvio que a demanda de UTI decorre da falta dessa prevenção. Que Deus o proteja para tomar a decisão necessária e que Deus nos proteja dessas politicagens!

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6 comentários