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Cuiabá, 13 de Junho de 2026
13 de Junho de 2026

23 de Janeiro de 2013, 09h:25 - A | A

POLÍTICA / DEU NA VEJA

Taques quer enfrentar Calheiros na disputa para presidir Senado

Senador do PDT irá enfrentar Renan Calheiros, favorito do Palácio do Planalto, pelo comando da Casa. Randolfe Rodrigues, do PSOL, também disputará

DA REDAÇÃO



O senador Pedro Taques (PDT) confirmou que irá mesmo ser candidato na disputa pela presidência do Congresso, marcada para o dia 1º de fevereiro. Numa linha democrática, ele disse que não pretende recuar da ideia e que o importante é que os colegas tenham quem escolher, já que não seria certo haver apenas um candidato concorrendo.


À Revista Veja, o parlamentar afirmou que, com a recusa de Pedro Simon (PMDB-RS) e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) em concorrer ao cargo, decidiu agir. “Gostaria que um desses dois do PMDB  pudesse ser candidato. Eles têm decência, têm experiência, mas parece que não vão aceitar. Coloquei meu nome à disposição. O que não pode é haver um candidato só", disse o pedetista.


A confirmação de Pedro Taques na corrida deve unificar o grupo que se opõe ao retorno de Renan Calheiros (PMDB-AL) ao comando da Casa. O líder do PSOL, Randolfe Rodrigues, foi o primeiro a entrar na briga, mas seu nome enfrenta resistência nas bancadas do PSDB e do DEM.

 

Após uma conversa na manhã desta terça-feira, Pedro Taques e Randolfe Randolfe Rodrigues decidiram tornar-se adversários - ao menos no papel. “Randolfe é meu irmão de causa. Não vou brigar com ele por causa disso. Acho que é bom termos mais candidaturas”, disseTaques. Ele lembra que, como o regimento da Casa prevê segundo turno, a fragmentação das candidaturas não significa necessariamente um problema.


Randolfe também confirma a harmonia na ala independente. Para ele, a candidatura de Taques significaria uma união de forças contra Renan. “Entre e ele, não há oposição”, argumentou.


A entrada de Taques na corrida atende a um desejo do PSDB, que não se empolgou com a candidatura de Randolfe. Entre os dois, a preferência dos tucanos sempre foi pelo senador do PDT.


Nas últimas semanas, o  líder tucano, Alvaro Dias (PR), tentou convencer peemedebistas “independentes” a participarem da eleição. Um a um, eles rejeitaram o convite. Pedro Simon foi o último a dizer não: “A minha candidatura seria de protesto. Defendo um entendimento, mas eu não represento isso”, afirmou o senador gaúcho. Ele diz ter consciência da antipatia e da restrição que demais parlamentares têm por ele.


As costuras dos parlamentares independentes com o PSDB não devem ser suficientes, no entanto, para ameaçar o amplo favoritismo de Renan Calheiros, que tem o apoio da maioria dos parlamentares e o aval do Palácio do Planalto.

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Helena Souza 23/01/2013

O Senador parece ter dois pesos e duas medidas, aqui no Mato Grosso, mais precisamente em Cuiabá, fez o maior escândalo quando seu grupo perdeu a mesa da câmara, e não levou em consideração a opinião do vereador Onofre Júnior que desejava ser uma terceira via e não ficar entre o passado do Júlio Pinheiro e o Cândidato do Riva. Ele e o prefeito ignoraram o vereador e inviabilzaram sua candidatura, como o cara escolheu ocandidato do Riva por se sentir traido o senador fez o maior escândalo e o colocou como traidor. Agora quando é para o lado dele o Pedrinho está fazendo o mesmo discurso do Onofre, Pode uma coisa dessa?

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