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Cuiabá, 13 de Junho de 2026
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15 de Novembro de 2012, 07h:12 - A | A

POLÍTICA / NOVO RUMO

Partido de Taques, PDT pode ser nova "casa" de ex-petista Serys

Ex-petista sonha retornar ao cenário político, mas com cadeira no Senado e já faz planos para 2014

ANA ADÉLIA JÁCOMO



O ex-senadora Serys Marly Slhessarenko (sem partido) afirmou que já recebeu o convite do senador Pedro Taques (PDT) para filiar-se na legenda. Ela admitiu que pretende disputar uma vaga no Senado Federal, em 2014. O convite teria feito de forma informal, mas, segunda ela, o pedetista disse que fará um comunicado oficial nos próximos dias.


Além do PDT, Serys reuniu-se com membros do PV e PSB. Ela também disse que recebeu convite do senador Randolfe Rodrigues para ingressar no PSOL. Apesar das ofertas, a ex-petista disse que ainda não definiu sua futura agremiação e que só irá decidir-se ano que vem.


“Todos esses partidos já conversaram comigo, mas não sei ainda qual caminho percorrer. Estou analisando e tenho o desejo de disputar o senado, mas essa decisão é colegiada e não tenho como afirmar que serei candidata. Vai depender do partido e do grupo político que eu estiver inserida”, amenizou ela.


Questionada se a filiação ao PDT seria bem-vinda, já que, nos bastidores, Taques é cotado para disputar o Governo do Estado e ela seria uma representante do partido no Senado, Serys admitiu e disse que o raciocínio é correto, mas ainda prematuro.


“Concordo, mas ainda tem muito chão pela frente. Se eu for candidata pelo PDT será mais fácil manter o espaço no Senado Federal, mas tudo isso vai depender das alianças. Não há restrições quanto aos partidos. Só não me vejo sendo filiada ao PSDB”, disse ela.


Serys abandonou o PT durante o pleito deste ano. Ela alegou que se sentia excluída na agremiação e acusou o ex-candidato a prefeito e vereador Lúdio Cabral (PT) de ser omisso diante do suposto isolamento político imposto pelo ex-deputado federal Carlos Abicalil e pelo estadual Alexandre César.


Em 2010, Serys protagonizou uma discussão pública com Abicalil por conta da vaga no Senado. Os dois desejavam a cadeira e na disputa interna do partido ele levou a melhor e concorreu a vaga, mas foi derrotado nas urnas. Desde então, o racha na sigla ficou evidente e teve seu desfecho nesta eleição.

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