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Cuiabá, 13 de Junho de 2026
13 de Junho de 2026

18 de Abril de 2013, 17h:04 - A | A

POLÍTICA / PALANQUE ELETRÔNICO

Na TV, Taques critica situação da educação em MT

Apesar de negar, Taques estaria de olho no Paiaguás e já tem o apoio do DEM, que ficariam na chapa majoritária com o candidato a vice e lançariam Jayme à reeleição para o Senado

ABDALA ZAROUR



Candidatíssimo ao cargo de governador ano que vem, o senador Pedro Taques (PDT) vem aproveitando o espaço do partido em Mato Grosso, na televisão, para criticar a situação da educação no Estado. Nessa quarta-feira, 17, Taques disse que Mato Grosso tem um dos piores índices de avaliação da Educação. E, ao final do programa, convidou as pessoas para se filiarem ao PDT.

Mesmo já tendo negado que é candidato, Pedro Taques aparece na imprensa ou na tribuna do Senado desferindo críticas contundentes contra a gestão de Silval Barbosa (PMDB).

A legenda de Taques já tem o apoio do DEM para o ano que vem. Os Democratas ficariam na chapa majoritária com o candidato a vice e lançariam o senador Jayme Campos (DEM) à reeleição no Senado Federal. Além do DEM, outros partidos como o PSDB e PTB estariam na aliança. Mas uma notícia publicada no site Brasil 247 chamou a atenção. A fusão dos partidos PPS e PMN. 

De acordo com a reportagem, o ex-governador de São Paulo, José Serra (saindo do PSDB), encontrou-se secretamente, por uma segunda vez, com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Foi na quarta-feira 16, em Brasília, quando ambos, ao lado do deputado Roberto Freire, presidente do PPS, acertaram detalhes da entrada do tucano no novo partido em formação, o MD - Mobilização Democrática. A legenda será resultado da fusão do PPS com o PMN, fortalecida por políticos saídos do PDT e até do PSOL.

Segundo o site, Serra obteve garantias de que poderá ser candidato a governador de São Paulo, em 2014, pelo novo partido. A missão nacional é a de coligar-se, para efeito de palanques e acréscimo de tempo de televisão, à candidatura ao Palácio do Planalto, de Campos, presidente do PSB. Além de todo o PPS, do PMN completo e dos dissidentes do PSDB que Serra poderá aglutinar, o MD deverá ter suas primeiras fichas de fundação assinadas por senadores como Cristóvam Buarque (PDT-DF), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Pedro Taques (PDT-MT). Buarque, que não sabe se seu atual partido irá para a oposição à presidente Dilma Rousseff, entrará para o MD com a intenção de ser candidato a vice de Campos.

Ainda de acordo com o Brasil 247, o governador Campos deixou o jantar mais do que satisfeito com os resultados das articulações que lhe foram apresentados pelo conterrâneo Roberto Freire. O ex-governador José Serra, que vem sendo defenestrado no PSDB, deverá igualmente ser um dos primeiros integrantes do novo partido. O baralho da sucessão presidencial acaba de ganhar uma nova carta e jogadores poderosos.

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