NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
O vice-governador Carlos Fávaro (PSD), assim como outros líderes da base de apoio do governo, evita comentar sobre o que sabe da proposta de reforma administrativa que está sendo elaborada pelo governador Pedro Taques (PSDB).
“Acho que tem que ser uma reforma mais profunda, cortar um pouco mais forte, fazer a modernização, nem que isso cause algum trauma. A sociedade precisa de respostas mais duras, neste momento”, defende Fávaro.
Fávaro, que ocupa interinamente a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, informou que tem dado contribuição à reforma – na medida que é convidado a falar pelo governador.
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“Acho que tem que ser uma reforma mais profunda, cortar um pouco mais forte, fazer a modernização, nem que isso cause algum trauma. A sociedade precisa de respostas mais duras, neste momento”, defende Fávaro.
“Não há problemas em políticos ocuparem cargos, acho que dá para mesclar muito. Um político pode ser um bom gestor e o gestor pode ser um bom político”, afirma.
Para ele, a reforma deve ser mais forte no controle de gastos e na diminuição da máquina pública.
O vice também opina sobre a indicação de políticos para o staff. “Não há problemas em políticos ocuparem cargos, acho que dá para mesclar muito. Um político pode ser um bom gestor e o gestor pode ser um bom político”, afirma.
Fávaro disse que tem sido chamado sempre para conversar sobre a reforma administrativa. “O governador me chama, coloco o meu posicionamento, ele respeita e nossa relação é muito boa”, resume.
Presidente estadual do PSDB, deputado federal Nilson Leitão, informou anteriormente à reportagem que o governador “não abre” sobre o que deve ser implementado na reforma administrativa, principalmente no tocante às mudanças. Porém, sobre a necessidade desta reforma, ele concorda.
O deputado federal e presidente do PP, Ezequiel Fonseca, disse que também não tem informações sobre a reforma administrativa e que foi não convidado a opinar pelo governador.
Apesar da alegação dos aliados de Taques, o governador revelou, nesta terça-feira (14), que não tem dificuldades em trazer deputados federais ou estaduais para compor o staff. “Isso é absolutamente normal. Eu não tenho nada contra políticos com mandatos. Eu sou político e tenho orgulho”, diz o chefe do Executivo.















