FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
Os deputados aliados ao governo do Estado, o secretariado de primeiro escalão do Executivo e o governador Pedro Taques (PSDB) se reuniram na noite desta quinta-feira (3) para debaterem a nova reforma administrativa da administração da esfera estadual a ser enviada para aprovação na Assembleia Legislativa. A pauta pode entrar em votação na sessão ordinária da próxima terça-feira (8).
“Nós ficamos desde às 8h da manhã discutindo a reforma com mais nove secretários para poder fechar essa questão”, disse o secretário.
A ideia foi a de apresentar para os parlamentares o projeto antes de ele ser enviado à Casa de Leis para que eles sugerissem algumas alterações. A nova reforma deverá ser encaminhada à Assembleia no início da semana.
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O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, afirmou que não está descartada a ampliação da reforma, no sentido de que ela possa abranger mais pontos e cortes em secretarias e pessoal com o intuito de enxugar a máquina pública.
A reforma, aliás, é um instrumento que o governo do Estado encontrou para conseguir diminuir os gastos mensais, especialmente com a folha de pagamento, de R$ 610 milhões.
“Nós ficamos desde às 8h da manhã discutindo a reforma com mais nove secretários para poder fechar essa questão”, disse o secretário ao explicar que pelo fato de a reforma ter tido seu envio para a Casa de Leis atrasado teria sido bom, pois a equipe econômica do governo pode fazer alguns ajustes no projeto.
Na reforma estão previstos vários cortes de funcionários e extinção de autarquias, além de fusões de pastas.
A Companhia de Mineração de Mato Grosso (Metamat), a Empresa de Gás de Mato Grosso (MT Gás) e a Empresa de Fomento de Mato Grosso (MT Fomento), por exemplo, devem ser extintas da administração pública.
Outra ideia já consolidada pela equipe do governo é a extinção de quase 30 fundos que estariam parados.















Joseagepen 05/11/2016
A necessidade de ter uma pasta pra administração penitenciária é simples, garantir, que os recursos pro sispen cheguem lá, não sejam desviados pras polícias, como acontecia SEJUSP, entre outras palavras ninguém queria ter responsabilidade sobre o sispen, mas todo mundo queria os recursos
Xomano 04/11/2016
Outra ideia é fundir os rhs dos órgãos, pq a SESP tem um, a PM tem outro, pjc outro, e Bombeiros outro... Não é tudo segurança pública??
Roberto luiz 04/11/2016
Porque não fundi de novo a SEJUDH com a sesp voltando a ser Sejusp como no passado larga mão de querer criar uma secretaria para o sistema penitenciário será um tiro do me
3 comentários