FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
Após a derrota na disputa pela Prefeitira de Cuiabá, o deputado Wilson Santos (PSDB) não deve retomar suas atividades como líder do governo na Assembleia Legislativa. À imprensa, o governador Pedro Taques (PSDB) destadual descartou a volta do aliado tucano.
“Não conversamos sobre a vinda de Wilson, mas já adianto que queremos manter Dilmar na função. Ele vem fazendo um ótimo trabalho e não pretendemos substitui-lo”, disse o governador.
Wilson deixou a função quando se licenciou da Assembleia Legislativa para se dedicar à campanha eleitoral. Quem assumou a liderança, desde então foi o deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM). Segundo Taques, o democrata continua no posto, assim como o deputado Leonardo Albuquerque (PSD), como vice-líder do governo, os quais o governador avalia, que vêm mantendo um bom desempenho.
>>> Receba as principais notícias de Mato Grosso em primeira mão. Clique aqui!
“Não conversamos sobre a vinda de Wilson, mas já adianto que queremos manter Dilmar na função. Ele vem fazendo um ótimo trabalho e não pretendemos substitui-lo”, disse o governador durante entrevista coletiva.
A negativa do governador pode ter relação com o alto desgaste que o parlamentar sofreu defendendo temas considerados polêmicos, como a questão da lei da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos.
Na campanha eleitoral, vários institutos de pesquisa demonstraram em números que o tucano tem um índice de rejeição muito grande perante a população. Uma das avaliações feitas pelo Instituto Ibope apontou que Wilson teria 52% de rejeição.
Agora caberá a Dilmar conduzir a base aliada na votação de projetos polêmicos que estão próximos de serem votados na Casa de Leis, como a reforma administrativa e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
Nos bastidores corre o boato de que Taques teria planos para inserir Wilson em seu secretariado. Ele seria um dos cotados para assumir o comando da Secretaria de Infraestrutura, atualmente gerida por Marcelo Duarte.















Anderson 05/11/2016
Taxi já sabe que o galinho cometeu suicídio eleitoral e o seu destinho é o ostracismo, por isso irá lutar com todas as forças para se desvincular dessa figura na tentativa de salvar seu quociente eleitoral. Sinto muito dizer desgovernador, mas é tarde demais...os tempos são outros.
1 comentários