facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 13 de Junho de 2026
13 de Junho de 2026

06 de Março de 2013, 13h:53 - A | A

POLÍTICA / "ATA FALSIFICADA"

Suplentes de Taques travam guerra; juiz pede exame grafotécnico

A celeuma foi causada por um erro de digitação. Em vez de escrever o nome de Fiúza na 1ª suplência, foi inserido o de Medeiros. Briga pode fazer Taques perder o mandato

ANDRÉA HADDAD



Uma ação de impugnação de mandato eletivo, proposta pelo candidato derrotado ao Senado Carlos Abicalil (PT) contra a chapa do senador Pedro Taques (PDT), fomenta a briga entre os suplentes do pedetista: o policial rodoviário federal José Medeiros e o empresário Paulo Fiúza, diretor da FIEMT (PV), primeiro e segundo suplentes, respectivamente.


O relator da ação, juiz eleitoral José Luis Blaszak, solicitou perícia grafotécnica na assinatura da ata do registro de candidatura do deputado federal Valtenir Pereira (PSB). O pedido de Abicalil, protocolado em 30 de dezembro de 2010, é baseado na declaração do líder socialista de que teve falsificada a assinatura na ata da chapa de Taques.


Valtenir concorreu com êxito à reeleição pelo mesmo arco de alianças do pedetista. Abicalil já havia ingressado com uma ação de investigação judicial contra Taques, mas o então corregedor-geral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Márcio Vidal, extinguiu o pedido sem apreciar o mérito por entender que a defesa do petista ingressou com o tipo de recurso errado para tratar do caso. Em seguida, ele protocolou a ação de impugnação de mandato eletivo.


Desde a investida do petista, os suplentes se engalfinham para definir quem é o primeiro sucessor de Taques, já que o pedetista, supostamente, pretende concorrer ao Governo do Estado em 2014.


A celeuma teria sido causada por um erro de digitação do escritório do advogado Paulo Taques. Em vez de escrever o nome de Fiúza na primeira suplência, ele colocou o de Medeiros, de forma equivocada. À época, houve bate-boca entre os dois, troca de farpas e até mesmo ameaças de morte. Há quem diga que Fiúza chegou a quebrar a mão ao bater na mesa durante uma discussão com Medeiros.


Para o advogado de Taques, não há possibilidade do senador perder o cargo, caso Abicalil obtenha êxito na ação. Segundo ele, isto alteraria apenas a ordem dos suplentes. Informações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), porém, apontam que a decisão cabe ao relator e demais membros do Pleno.

Comente esta notícia

ICE PEPPER 06/03/2013

A questão não é aceitar a derrota de A ou B, a questão é, o que é certo é certo,e se fosse o contrário?

positivo
0
negativo
0

Wagner 06/03/2013

Abicalil não aceita a derrota e agora cria situações para bagunçar o governo

positivo
0
negativo
0

Ricardo 06/03/2013

como sempre a política de MT fazendo das suas.

positivo
0
negativo
0

ICE PEPPER 06/03/2013

O véu está caindo e a verdadeira face aparecendo.

positivo
0
negativo
0

4 comentários