PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
Com a pauta para apreciação de matérias novas 'travada' na Assembleia Legislativa, até que todos os vetos do governador Pedro Taques (PSDB), sejam apreciados, o presidente da Assembleia, Guilherme Maaluf (PSDB) prevê que até a semana que vem a pauta esteja 'destravada'. "Temos ainda cinco vetos para votar e acredito que ainda essa semana possamos zerar essa pauta", disse o tucano.
"Há o intuito de nós contemplarmos os servidores comissionados com o RGA e os efetivos com o PCCS", apontou Maluf.
O presidente alegou ter pressa em liberar a tramitação normal de projetos pois tem a intenção de por em votação, o quanto antes, a proposta que cria o Plano de Cargos Carreiras e Salários dos servidores do Legislativo. Sem a liberação da pauta o PCCS segue travado, assim como a definição sobre o pagamento ou não da revisão geral anual (RGA) dos servidores do Legislativo. "Há o intuito de nós contemplarmos os servidores comissionados com o RGA e os efetivos com o PCCS", apontou.
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Maluf enfatizou ainda que pretende fazer o anúncio do pagamento da RGA assim que tiver liberada a tramitação do PCCS em plenário, pois há, segundo ele, um impacto financeiro que ainda está sendo estudado pela equipe técnica do Parlamento. "Esse projeto já está comigo e fizemos , inclusive, um substitutivo e vamos discutir antes com os deputados, antes de levá-lo de volta ao plenário e aí, nesse cotexto faremos o anúnio da RGA e do PCCS", emendou.
Greve
O presidente da Assembleia salientou que embora não tenha havido acordo entre o governo e os sindicatos de servidores, que estão em greve desde o dia 31 de maio, a comissão parlamentar por ele liderada e criada para intermediar as discussões e negociações mantém-se na ativa e vai continuar apresentando altenativas para por fim à greve o quanto antes. "A democracia é isso mesmo, a gente tenta unir as parte sem radicalizar. O governo foi efetivo na identificação dos criminosos que provocaram essa onda de violência que foi atribuída ao não pagamento do RGA e nós estamos cobrando que ações sejam tomadas para que isso não volte a ocorrer de novo", finalizou. O índice a ser repassado aos servidores, tanto do Estado, como do Legislativo é de 11.28%, o que representa as perdas inlacionárias de 2015.















