DA REDAÇÃO 9h45
Um relatório elaborado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) aponta os estádios de São Paulo e Natal como aqueles cujas obras para a Copa do Mundo de 2014 são consideradas as mais preocupantes. O sindicato vai além e sugere feriados escolares durante os jogos, além de avisar que, se nada for feito, esta pode se tornar a Copa do Inproviso.
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O sindicato também aponta falhas nos projetos, suspeitas de irregularidades nas licitações e dúvidas quanto à viabilidade econômica dos projetos.
As 12 cidades-sede dos jogos (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo foram definidas em maio de 2009 e, até agora, pouco foi feito. Cuiabá, no tocante a Arena, é considerada adiantada, mas em termos de mobilidade urbana, ainda sequer definiu o sistema a ser adotado. A briga é grande em torno do BRT e do VLT.
Eder Moraes, ex-secretário chefe da Casa Civil, assumiu o cargo de presidente da Agecopa, e foi "sabatinado" ´pelos deputados na Assembleia Legislativa, na noite de ontem (19). Ele prometeu acelerar o processo de decisões sobre as obras, principalmente o projeto de mobilidade urbana. Eder disse que não "morre de amores" por nenhum dos modelos apresentados (BRT, VLT e Monotrilho) mas avisou que a escolha será rápida e a mais viável do ponto de vista econômico. Eder também disse que não assume a Agecopa para fazer debates, mas para tomar decisões.
País: O levantamento do sindicato mostra que, em São Paulo, depois do veto do Comitê Organizador Local (COL) ao estádio do Morumbi, em 16 de junho de 2010, a construção do estádio do Corinthians, em Itaquera (SP), segue "sem definição". Ainda conforme o relatório, a construção e gestão do Estádio das Dunas, em Natal, era o projeto "mais atrasado" até fevereiro deste ano. Natal, alias, já foi cortada da Copa das Confederações.
Além dos dois exemplos considerados mais problemáticos, medidas judiciais e cancelamentos comprometem quase todas as obras nas 12 sedes, de acordo com o sindicato.(Com informações do G1)
















