PAULO COELHO
DA REDAÇÃO
Depois de mais de duas décadas defendendo os conceitos ideológicos do Partido do Trabalhadores (PT) e após uma passagem 'meteórica' pelo PTB, a ex-senadora Serys Slhessarenko acaba de desembarcar "de mala e cuia" no Partido Republicano Brasileiro (PRB), que lhe abriu as portas para que ela, pela terceira vez possa emplacar seu projeto de disputar a Prefeitura cuiabana.
“Time que não joga, não ganha torcida e o PRB precisa se mostrar, aparecer para crescer e a gente só cresce, disputando eleição”, justifica, ao se referir obre a participação do PRB no pleito eleitoral de 2016.
Em entrevista ao
, concedida no estúdio do site, Serys explica essa transição e argumenta suas razões para, aos 70 nos de vida, insistir no antigo sonho de ser prefeita da capital.
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“Time que não joga, não ganha torcida e o PRB precisa se mostrar, aparecer para crescer e a gente só cresce, disputando eleição”, justifica, ao se referir obre a participação do PRB no pleito eleitoral de 2016.
Serys foi nomeada, em ato com as presenças das lideranças nacionais da sigla, presidente da comissão provisória do PRB de Cuiabá e também é vice-presidente da legenda no estado.
Ressabiada com compromissos não cumpridos com ela, tanto pelo PT, como pelo PTB, a ex-senadora entende que, no PRB será diferente, pois a forma que foi feita a discussão e o convite de filiação, segundo ela, se deram de forma mais confiável.
Porém, para se tornar candidata, ela terá que 'costurar aliança' com partidos considerados oposição ao atual prefeito Mauro Mendes (PSB), que deve ser pré-candidato à reeleição.
Para se tornar candidata, ela terá que 'costurar aliança' com partidos considerados oposição ao atual prefeito Mauro Mendes (PSB), que deve ser pré-candidato à reeleição.
“Estamos aguardando a finalização da reforma política que está no Congresso, nós sabemos fazer acordos sérios com partidos interessantes, que podem não ter 'caciques' mas que são importantes”, aponta, arriscando que o cenário em Cuiabá para o ano que venha deve ter “três ou quatro candidaturas”.
Serys também comenta os protestos ocorridos no último domingo, dia 16 de agosto em todo país, pedindo a renúncia da presidente Dilma Roussef (PT). Apesar de entender como natural e democrático o ato de se manifestar, a ex-senadora aponta falhas graves na gestão da presidente petista.
“Mas a questão moral e ética nesse país está sendo apurada, ao contrário de outros momentos da história do Brasil”, emenda.
Ao final da entrevista, a ex-senadora, também ex-deputada estadual [por três mandatos] teceu duras críticas aos deputados que se aposentaram ou insistem em resgatar os benefícios do Fundo de Amparo Parlamentar (FAP).
“Foi um projeto de minha autoria que acabou com as aposentadorias dos deputados. Isso é imoral, isso é corrupção. Político não é uma profissão”, completa.
VEJA AQUI A ENTREVISTA










Gilston 23/08/2015
Quem não se lembra desta mulher ai, quando estava senadora, ferrou os aposentados e trabalhadores. E olha que era do partido que deveria defender os trabalhadores o PT. Ela votou contra os aposentados obrigando todos os velhinhos e aposentados a pagar taxa pra previdência o famoso INSS.Traiu o povo e nós estamos de Olho em políticos que mente pra nós.
pedro 22/08/2015
Não sei porque dão brecha para essa mulher. Ela não se elege mais nem como síndica.
Patricia Guillet 22/08/2015
Pessoal o Titanic estava afundando e essa aí já era Deputada. pela madrugada gente nova, com vontade e atitude. imagina isso dirigindo a prefeitura! Tá amarrado.
3 comentários