MAYARA MICHELS 14h40
DA REDAÇÃO
Como membro da Subcomissão de Acompanhamento da Copa do Mundo de 2014, senador Pedro Taques (PDT), afirmou ser a favor do Bus Rapid Transit (BRT). "O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pode ser lindo, mas hoje ele não é o mais viável para Cuiabá. O BRT é o melhor transporte par a capital neste momento em que estamos vivendo", afirmou. O modelo VLT foi escolhido pelo governo e anunciado oficialmente ontem (22).
Segundo o senador, o número de passageiros que o BRT transporta é o suficiente para atender a população até em 2030 com conforto, sem lotação. Sem contar que o dinheiro para a construção do BRT está liberado, cerca de R$ 480 milhões e a tarifa será a mais viável, R$ 1,80 centavos.
"Em Brasília eu acompanho as discussões das outras sedes, a única cidade sede que tem o VLT é Manaus, e um modelo inferior ao que estão querendo fazer aqui, além disso, a discussão deles é passar o VLT para o BRT. Já em São Paulo, Rio entre outras sedes, eles não irão fazer o VLT e sim melhorar o BRT já que é o mais viável hoje", explicou Taques.
Segundo Taques, ainda há tempo de cumprir com o caderno da Fifa. "O projeto do BRT está pronto e com o dinheiro em caixa, eu não entendo porque alguém criou essa discussão sobre o VLT. O que acontece é que Cuiabá quer sair na frente e fazer algo que não tem necessidade", afirmou.
O governador Silval Barbosa anunciou ontem (22) a escolha do VLT como modelo de transporte coletivo para a Capital, conforme antecipou na última terça feira, com exclusividade, o RepórterMT. O custo da obra, divulgado pelo governo é de R$ 1,1 bilhão. Porém, fontes do ligadas à Comissão de Estudo de Viabilidade do VLT informaram que o custo estimado seria de R$ 700 milhões, outro fato divulgado com exclusividade também pelo RepórterMT, na semana passada. As obras devem ser iniciadas no ano que vem e, até lá, o MP deve ficar de olhos abertos.















